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Surgem evidências de participação indevida de agentes cubanos e venezuelanos nas crises da América Latina

Informações da Imagem
Os dois ditadores comunistas da América Latina, Raul Castro, de Cuba e Nicolas Maduro, da Venezuela.

O Editorial do jornal O Globo ignorou completamente a existência do Foro de São Paulo e suas implicações. Não é só teoria da conspiração do Olavo de Carvalhod, ele estava certo novamente.



Aproveitando o editorial (com o link elencado abaixo) desse jornal de grande circulação nacional, o POLITZ decidiu tratar ele como uma matéria informativa.

No mesmo momento da edição desse post, nosso exclusivo #AlgoritmoPOLITZ também captou a informação (fonte também abaixo) de que 68 venezuelanos foram expulsos da Colômbia após os atos de vandalismo.

Ou vocês realmente acham que o Foro de São Paulo é apenas uma teoria da conspiração besta e que não tem nenhuma relação com os atentados terroristas que vem acontecendo nas últimas semanas na América Latina?

Para quem perdeu, o jornal O Globo fez um grande editorial informando que "há uma interferência indevida de cubanos e venezuelanos nas crises sul-americanas".

Vamos reescrever direitinho a matéria: Na verdade, há influência direta de agentes comunistas ligados ao Foro de São Paulo, originados de Cuba e da Venezuela e que estão perpetrando diversos atos terroristas em países da América Latina.

A grande verdade é essa. Mas talvez, para esconder o nome e as teorias de Olavo de Carvalho, o jornal preferiu omitir essa importante informação para vocês.

Para quem não sabe, no final de outubro deste ano, o ditador comunista Nicolas Maduro declarou em vídeo que as "metas do Foro de São Paulo estão sendo cumpridas". Se vocês quiserem saber mais sobre esse assunto ou assistir o vídeo, segue:


O ditador comunista até citou em tom de ironia os supostos "protestos" que estão ocorrendo no Chile, Equador e na Colômbia.

A frase dita pelo ditador sanguinário é bem clara: "Devemos continuar. Estamos indo melhor do que pensávamos".

De acordo com o editorial do jornal O Globo, devemos ignorar completamente o fato da existência de um grupo internacional, praticamente financiado pelo narcotráfico e sustentado por países como Cuba e Venezuela, de viés comunista e que no fundo, só querem realmente implementar o comunismo nos moldes da falida União Soviética.

Na patética postagem, assinada pelo próprio jornal (é um editorial, dã), só são feitos alguns comentários sobre o assunto.

Primeiramente afirma que o Chile decidiu expulsar trinta cidadãos de Cuba e mais nove da Venezuela, todos acusados de incitar e participar de violentas manifestações de rua. A Bolívia também foi no mesmo sentido e expulsou todos os funcionários da Embaixada da Venezuela em La Paz, rompendo também as relações com o regime de Maduro.

Para piorar mais a economia cubana, a Bolívia também anunciou o cancelamento do programa de assistência médica de Cuba, repatriando 725 cubanos (ou agentes comunistas?) para o país.

No mesmo molde, Equador encerrou os acordos com a ilha comunista, mandando embora mais de 3.500 funcionários, todos de Cuba.

Segundo a postagem do jornal, os governos desses três países todos indicaram que há uma suposta interferência de Caracas e Havana em assuntos domésticos, em especial nas convulsões sociais que vem ocorrendo, ponderando que "existem evidências" sobre a interferência de agentes da Venezuela e de Cuba nesses protestos dignos da guerra fria, inclusive, contando com um porta-voz diretamente de Caracas.

Diosdado Cabello é a "grande voz" da revolução comunista bolivariana que vem atropelando as democracias latino-americanas, ocupando uma rede oficial de televisão e rádio para fazer propaganda ao "grande furacão bolivariano" na América do Sul, afirmando que "a Bolívia é uma faísca que vai incendiar tudo", na semana passada.

Por outro lado, a revista Crusoé, ligada ao grupo que controla o site O Antagonista, também publicou uma breve informação noticiando que 68 venezuelanos foram expulsos da Colômbia, afirmando que "homens e mulheres venezuelanos foram detidos em bares, discotecas, centros comerciais e espaços públicos".

Apesar do caráter pouco informativo da postagem do maior jornal do Brasil, o POLITZ achou prudente trazer essas informações para vocês e é claro, complementando da forma que só a gente sabe fazer.

Para quem não sabe absolutamente nada sobre o famigerado Foro de São Paulo, separamos alguns pontos importantes trazidos pelo filósofo Olavo de Carvalho:


Logo em 2007, para o Diário do Comércio, o próprio escritor escreveu um belo artigo sobre essa organização comunista. Reproduziremos parte dele:

O Foro de São Paulo, versão anestésica
Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 15 de janeiro de 2007
Depois de esconder por dezesseis anos a existência da mais poderosa entidade política latino-americana, a mídia chique deste país, vencida pela irrefreável divulgação dos fatos na internet, trata agora de disfarçar, como pode, o mais torpe e criminoso vexame jornalístico de todos os tempos. O expediente que usa para isso é ainda mais depravado: caluniar, difamar, sujar a reputação daqueles poucos que honraram os deveres do jornalismo enquanto ela não se ocupava senão de prostituir-se, vendendo silêncio em troca de verbas estatais de propaganda.

Envergonhada de si mesma, ela não tem nem a dignidade de citar nominalmente essas honrosas exceções. Designa-as impessoalmente, fingindo superioridade, mediante pejorativos genéricos. O mais comum é “radicais de direita”. Encontro-o de novo no artigo “Os limites de uma onda esquerdista”, assinado por César Felício no jornal Valor no último dia 12.

O autor é uma nulidade absoluta, e eu jamais comentaria uma só linha da sua fabricação se as nulidades não se tivessem tornado, num jornalismo de ocultação, os profissionais mais necessários e bem cotados. Por favor, não me acusem de caçar mosquitos. Compreendam o meu drama: nas presentes circunstâncias, a recusa de falar de nulidades me deixaria totalmente desprovido de material nacional para esta coluna.

A primeira coisa que tenho a dizer a esse moleque é bem simples: Radical de direita é a vó. Antigamente chamava-se por esse qualificativo o sujeito que advogasse a matança sistemática de comunistas como os comunistas advogam e praticam a matança sistemática de populações inteiras. Hoje em dia, para ser carimbado como tal, basta você ser contra o aborto ou o casamento gay. Basta você achar que o Foro de São Paulo existe e é perigoso. Basta você fazer as contas e notar que centenas de prisioneiros morreram de tortura na Guantanamo cubana e nenhum na americana. Basta você apelar à matemática elementar e concluir que a guerra do Iraque matou muito menos gente do que o regime de Saddam Hussein sob os olhos complacentes da ONU. Se você incorre em qualquer desses pecados mortais, lá vem o rótulo infamante grudar-se na sua pessoa indelevelmente, como marca de escravo fujão ou ferrete de gado. E não vem por via de nenhum jornaleco de partido, de nenhum panfleto petista. Vem pela Folha de São Paulo, pelo Globo, pelo Estadão, pelo jornal Valor – os órgãos da burguesia reacionária, segundo o site oficial do PT.

Que é que posso concluir disso, objetivamente, senão que a esquerda radical conseguiu impor à grande mídia a sua escala de mensuração ideológica e o correspondente vocabulário, agora aceitos como opinião centrista, equilibrada, mainstream, enquanto as opiniões que eram da própria grande mídia ontem ou anteontem já não podem ser exibidas ante o público porque se tornaram politicamente incorretas?

Será extremismo de direita concluir que o eixo, o centro, se deslocou vertiginosamente para a esquerda, criminalizando tudo o que esteja à direita dele próprio? Será extremismo de direita concluir que a única direita admitida como decente na mídia chique é o tucanismo – abortista, gayzista, quotista racial, desarmamentista, politicamente corretíssimo, padrinho do MST e filiado à internacional socialista, além de bettista e boffista, quando não abertamente anticristão? Será extremismo direitista notar que o traço mais saliente dessa direita bem comportadinha é a abstinência radical de qualquer veleidade anticomunista? Será extremismo de direita entender que esse fenômeno é a manifestação literal e exata da hegemonia tal como definida por Antonio Gramsci? Será extremismo de direita concluir que o establishment midiático deste país é, no seu conjunto, um órgão da esquerda militante mesmo nos seus momentos de superficial irritação antipetista, quando jamais proferiu contra o partido dominante uma só crítica que não viesse de dentro da esquerda mesma e que não fosse previamente expurgada de qualquer vestígio de conteúdo ideológico direitista?

Qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe que um juízo de fato não pode ser derrubado mediante rotulação infamante. Tem de ser impugnado pelo desmentido dos fatos. Se quiser rotulá-lo, faça-o depois de provar que é falso. Não antes. Não em substituição ao desmentido. Ora, o tal Felício, em vez de desmentido, fornece uma brutal confirmação. Vejam só:

O grupo que se reúne a partir de hoje em San Salvador… atende pelo nome de ‘Foro de São Paulo’ e nasceu sob o patrocínio do PT, em 1990. Os encontros anuais não costumam chamar muita atenção, a não ser de certos radicais de direita no Brasil.”

Ora, como é possível que encontros esquerdistas anuais repetidos ao longo de uma década e meia, com centenas de participantes, entre os quais vários chefes de Estado, não chamem atenção exceto de radicais de direita? Ninguém na esquerda prestou atenção ao Foro de São Paulo? O sr. Lula fez um discurso presidencial inteiro a respeito sem prestar a mínima atenção à entidade da qual falava? Antes disso, quando presidia pessoalmente as sessões da entidade até 2002, não lhes prestou nenhuma atenção? Entrava em transe hipnótico e balbuciava mensagens do além, sem se lembrar de nada ao despertar? Os jornalistas de esquerda que, às dezenas, compareceram aos debates, foram lá por pura desatenção, dormiram durante as assembléias e voltaram para casa sem coisa nenhuma para contar?

O sr. Bernardo Kucinsky, um dos fundadores da entidade, que emocionado assistiu ao nascimento dela num encontro entre Fidel Castro e Lula, não prestou a mínima atenção àquele momento supremo da sua vida de militante esquerdista? Pago com dinheiro público para relatar aos eleitores os atos presidenciais, calou-se por mera distração, e também por mera distração guardou os fatos para contá-los depois no seu livro de memórias, onde só os colocou porque não tinham a mínima importância?

Ora, menino bobo, você não sabe a diferença entre a desatenção e a atenção extrema acompanhada de um propósito deliberado de ocultar? Que você seja
desprovido do senso da verdade, vá lá. Sem isso não se sobe no jornalismo brasileiro. Mas será que você precisa também desprover-se do senso do ridículo ao ponto de tentar minimizar a importância do Foro e logo em seguida, citando documento oficial da entidade, alardear que “na primeira reunião do grupo, em 1990, os integrantes estavam no governo em um único país: Cuba. Hoje desfrutam o poder na Venezuela, Brasil, Bolívia, Nicarágua, Argentina, Chile, Uruguai e Equador”? Você acha mesmo que a organização que planejou e dirigiu a mais espetacular e avassaladora expansão esquerdista já observada no continente é um nada, um nadinha, no qual só radicais de direita ou teóricos da conspiração poderiam enxergar alguma coisa?

Na verdade, o próprio Felício enxerga ali alguma coisa. Ele cita o documento oficial: “Passamos a controlar uma cota de poder, mas as outras cotas continuam sob controle das classes dominantes. Os chamados mercados, as grandes empresas de comunicação, os setores da alta burocracia do Estado, os comandos centrais das Forças Armadas, os poderes Legislativo e Judiciário, além da influência dos governos estrangeiros, competem com o poder que possuímos.”


Para ler o texto na íntegra, visite o link, gratuitamente:


Para quem quiser saber mais, Olavo de Carvalho também selecionou mais de dez páginas de textos próprios onde ele fala sobre o Foro de São Paulo. Como de costume, sugerimos uma leitura:


O jornalista Felipe Moura Brasil também fez um dos textos mais icônicos sobre o Foro de São Paulo, que merece a sua leitura. Foi escrito em 2014 e publicado pela revista VEJA:

Conheça o Foro de São Paulo, o maior inimigo do Brasil

Por Felipe Moura Brasil

Publicado em 24 mar 2014, 22h29.

O maior inimigo do Brasil e do continente nas últimas décadas precisa ser identificado pelos homens de bem deste país, de modo que reúno abaixo o mínimo que você precisa saber a respeito para se informar e educar os amigos, compartilhando este link nas redes sociais.

Fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro — por ideia de Lula, segundo ele mesmo declarou (o que nunca é de todo confiável) em maio de 2011 [ver Vídeo 5] —, o “Foro de São Paulo é a mais vasta organização política que já existiu na América Latina e, sem dúvida, uma das maiores do mundo. Dele participam todos os governantes esquerdistas do continente. Mas não é uma organização de esquerda como outra qualquer. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos sequestros, como as Farc e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão íntima, tão persistente, tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime”, como escreveu em 2007 o filósofo Olavo de Carvalho, autor do best seller idealizado e organizado por mim, O mínimo que você precisa saber para não ser um ******.

Por quase duas décadas, os jornais e supostos oposicionistas brasileiros esconderam do grande público a existência do Foro de São Paulo, descoberto pelo advogado paulista José Carlos Graça Wagner, que o denunciou publicamente em 1º de setembro de 1997, e não faltou quem rotulasse seus denunciadores como “teóricos da conspiração”. De uns anos para cá, quando o Foro já tinha feito e desfeito governos em toda a América Latina, elegendo presidentes dos países do continente cerca de 15 membros da organização, seu nome começou a aparecer aqui e ali em reportagens, como se o Foro fosse apenas uma entidade como outra qualquer.

Vamos ver se é mesmo? Vem comigo.

Para ler o texto na íntegra, inclusive ver os vídeos que ele publicou sobre o assunto, mostrando Lula, Hugo Chávez e diversas outras situações onde esses supostos líderes falam abertamente da existência do Fóro de São Paulo, acesse a página, gratuitamente:


E para quem precisa de um pouco mais de mainstream e ainda acha que tudo isso é uma bela teoria da conspiração, vejam a reportagem da mídia Metrópoles, intitulada: "Foro de São Paulo começa na sexta-feira. Afinal, o que é realmente o grupo?".


Façam um favor para vocês mesmos e leiam essas publicações para não ficarem passando vergonha na internet e mostrando que Olavo de Carvalho na verdade, estava mais uma vez bem certo sobre o tema.

Fontes das Informações

Sobre o(a) Autor(a):
POLITZ
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arruma o carvalho.
"Não é só teoria da conspiração do Olavo de >>>Carvalhod<<, ele estava certo novamente."
 

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