Tambores de Guerra: Em inédita operação de treinamento, Exército faz simulação incrível contra invasão de um país "Vermelho" na Amazônia

Existe uma máxima, um secular provérbio em latim que pode ser aplicado facilmente até hoje: "Si vis pacem, para bellum" - em tradução, "se queres paz, prepare-se para a guerra".

Talvez seja uma inspiração para os nossos nobres militares das Forças Armadas brasileiras, mas os tambores de guerra podem estar começando a soar no mundo inteiro.

O Exército Brasileiro fez uma inédita operação de treinamento entre os dias 8 a 22 de setembro na região amazônica, envolvendo as cidades de Manacapuru, Moura e Novo Airão, todas no Amazonas, prevendo uma invasão do território.

Denominada "Operação Amazônia", a ação envolveu pelo menos 3.600 militares, gastando em torno de R$ 6 milhões para custear a simulação.

Sabemos que estamos vivendo momentos tensos com a Venezuela comunista, comandada pelo ditador Nicolás Maduro e seus amiguinhos chineses e russos. No
último dia 18 de setembro, o Brasil retirou o status diplomático do corpo venezuelano do país. No mesmo dia, o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pomepo, fez uma visita em Boa Vista para visitar as instalações da Operação Acolhida, onde recebemos os refugiados da ditadura venezuelana.

Na simulação realizada pelo Exército, os militares criaram um campo de guerra onde o país denominado "Vermelho" invadiu o país "Azul", sendo obviamente necessário expulsar os invasores.

O Exército afirmou:

- "Dentro da situação criada e com os meios adjudicados, foi a 1ª vez que ocorreu este tipo de operação [...] Foram empregados diversos meios militares, tais como viaturas, aeronaves (aviões e helicópteros), balsas, embarcações regionais, ferry-boats, peças de artilharia, o sistema de lançamento de foguetes Astros da artilharia do Exército, canhões, metralhadoras, 'obuseiro' Oto Melara e morteiros 60, 81 e 120 mm, além de veículos e caminhões especiais
Também foi registrado disparos de mísseis com alcance de 80 km de distância. Tanto o Ministro da Defesa, General Fernando Azevedo e Silva e o Comandante do Exército, Edson Legal Pujol, estiveram na região no dia 14 para acompanhar as operações.

Em nota, o Ministério da Defesa disse que a operação "foi 1 exercício em campanha com tropa no terreno que simulou uma ação convencional no contexto de amplo espectro e em ambiente operacional de selva".

"As ações ocorreram sobre uma imensa área e tiveram como objetivo estratégico elevar a operacionalidade do Comando Militar da Amazônia. A operação consiste em importante preparação para a atividade-fim das Forças Armadas, de defesa da soberania nacional, principalmente em uma região que tem a prioridade do Brasil", disse a pasta.

Participaram da operação as brigadas do Comando Militar da Amazônia, mais o grupo de artilharia de Rondonópolis (MT), o grupo de mísseis e foguetes de Formosa (GO), o comando de operações especiais de Goiânia, a brigada de artilharia antiaérea de Guarujá (SP) e a brigada de infantaria paraquedista do Rio de Janeiro.
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