Tarde demais França: Pesquisa revela que 79% dos franceses acreditam que o islâmismo declarou guerra ao país

O jornalista independente praticamente cancelado pelo establishment, Paul Joseph Watson, publicou uma interessantíssima reportagem, como sempre.

A França, como sabemos historicamente, só serviu para perder guerras (com exceção de Napoleão) e ser dominada culturalmente e territorialmente por outros países, tendo que ser resgatada pelo restante do Ocidente e aparentemente, é o que vem novamente acontecendo com o país com a nova invasão islâmica, sem (quase) dar um tiro. A Queda da Bastilha na verdade foi a verdadeira queda da França.

A pesquisa divulgada pelo jornalista, tratado como fonte originária, mostrou que 79% dos franceses entrevistados acreditam que o islamismo declarou uma guerra contra o seu próprio país.

A pesquisa foi feita por uma empresa em Paris, conhecida como Ifop, após um terrorista islâmico ter decapitado um professor de geografia, Samuel Paty, que virou alvo dos islâmicos após mostrar uma caricatura de Maomé publicada pelo jornal satírico Charlie Hebdo em um protesto em favor da liberdade de expressõ.

O assassinato levou a numerosas marchas de protesto em massa em todo o país em defesa da liberdade de expressão e contra a conquista islâmica da França.

"87% dos franceses dizem concordar com o fato de que o secularismo está agora em perigo na França, e 79% que o islamismo declarou guerra à nação e à República", relata Ifop.

A pesquisa também descobriu que o líder político em quem os franceses mais confiam quando se trata de combater o islamismo é Marine Le Pen, que infelizmente, perdeu as eleições por escolha dos próprios franceses.

Uma pesquisa anterior também descobriu que os franceses estão se tornando cada vez mais hostis para não permitir que mais imigrantes entrem em seu país, com 64% deles acreditando que a entrada de imigrantes tem um impacto negativo, enquanto 60% acreditam que recebê-los não é mais viável devido a diferenças culturais.

Como destacado anteriormente pela fonte originária, a desordem nos subúrbios dominados por migrantes na França tornou-se tão crônica que alguns estão pedindo o envio de militares.

As conhecidas "no-go zones" da França são subúrbios nos limites das grandes cidades controlados por grandes grupos de gangues muçulmanas que atacam policiais, bombeiros e trabalhadores de ambulâncias que se aventuram na área.

No início deste ano, o intelectual francês Eric Zemmour disse que o problema era tão grave que a única opção era "reconquistar pela força".

Mais de 250 franceses foram mortos em ataques islâmicos desde 2015.
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