Universidade de Oxford publica artigo na Nature afirmando que nenhum morcego ou pangolim estava à venda no mercado de Wuhan

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Imagem ilustrativa (Reprodução / Lauren DeCicca / Getty).

Universidade de Oxford publica artigo na Nature afirmando que nenhum morcego ou pangolim estava à venda no mercado de Wuhan​


Mais uma vez o mundo começa a receber cada vez mais informações que contrariam as versões oficiais apresentadas pelo Partido Comunista Chinês, o governo totalitário da China, que afirmou por diversas vezes que a pandemia de COVID-19, teria tido como início em um mercado de animais vivos em Wuhan, tendo como origem o contágio de um morcego com um humano.

Como estamos demonstrando nos últimos dias, diversos indícios apontam que o vírus pode ser fruto de engenharia genética e vazado do Instituto de Virulogia de Wuhan, inclusive com documentos, estudos e publicações científicas e de agências de inteligência, especialmente dos Estados Unidos. Basta clicarem nas tags disponíveis acima da nossa publicação para verificar nossas reportagens, sempre com fontes checáveis por vocês leitores.

E novamente, colocando em cheque o discurso oficial do Partido Comunista Chinês, onde o mundo aparentemente não aprendeu nada com o acidente nuclear de Chernobyl na falida União Soviética, um estudo da Universidade de Oxford afirma que nenhum morcego ou nenhum pangolim estavam à venda no momento do início da pandemia do vírus chinês.

A informação vem de uma fonte na qual temos muito prestígio e confiamos em sua credibilidade, o jornal internacional The Epoch Times, em sua versão brasileira, tratado como fonte originária da presente publicação do POLITZ.

Em recentes tentativas de alterar-se a verdade dos fatos, o PCCh está em um nível de delírio que beira a esquizofrenia, chegando à afirmar que o COVID-19 teria tido origem fora do país, como nos Estados Unidos.

Tedros Adhanom Ghebreyesus
, diretor da (des)Organização Mundial de Saúde, afirmou em março que eles não teriam encontrado a origem do vírus e que o relatório da OMS indicava um resultado "muito provável" que o vírus teria um hospedeiro animal, ignorando, junto com o restante do mundo, qualquer outra teoria, inclusive do possível (e mais plausível) vazamento do vírus do Instituto de Virologia de Wuhan.

Conforme publicado pela fonte originária, o estudo da Universidade de Oxford, morcegos e pangolins, os principais "suspeitos" do crime perfeito na teoria do desenvolvimento e evolução natural do vírus que começou a infectar humanos, são uma mera "desculpa".

A Universidade afirmou que sua Unidade de Pesquisa de Conservação da Vida Selvagem (WILDCRU), estava trabalhando coincidentemente com seus colegas na China na coleta de dados dos mercados de Wuhan, durante o período de maio de 2017 até novembro de 2019, buscando estudar outros vírus.

O diretor da WILDCRU, David MacDonald, em um comunicado teria afirmado que a pesquisa teria colocado a equipe "no lugar certo e na hora certa" para documentar os animais selvagens vendidos nesses mercados no período que antecedeu a pandemia".

O paper científico foi publicado na revista Nature, nessa última terça-feira, documentando mais de 47 mil animais de 38 espécies incluindo 31 protegidas, vendidas como animais de estimação, para consumo humano, incluindo texugos, cachorros-guaxinins, ouriços, pavões e até répteis. A única coisa que não foi encontrada foram os morcegos ou os pangolins, usados como desculpa pelo PPCh.

MacDonald afirmou: "Na realidade, os morcegos raramente são comidos na China central, onde as fotos de mercados costumam mostrar a Indonésia. O comércio do pangolim continua sendo um grande problema em outras cidades chinesas e centros comerciais, mas não em Wuhan".

Como sabem, Joe Biden escalou recentemente todo o aparato de serviço de inteligência americano no dia 26 de maio para investigar as reais origens do vírus chinês com um prazo de 90 dias.

Segundo a fonte originária, 18 pesquisadores internacionais também assinaram uma carta pedindo uma "investigação adequada" sobre a origem do vírus chinês.

O POLITZ deu uma adiantada no belo trabalho do The Epoch Times, que não forneceu o link para o estudo publicado, na qual, elencamos abaixo. Para facilitar, traduzimos o Abstract do artigo, ou seja, o resumo da ópera publicada na revista científica Nature:

Aqui, documentamos 47.381indivíduos de 38 espécies, incluindo 31 espécies protegidas vendidas entre maio de 2017 e novembro de 2019 nos mercados de Wuhan. Observamos que nenhum pangolino (ou morcego) foi comercializado, apoiando a opinião reformulada de que os pangolins provavelmente não eram os hospedeiros originais da atual pandemia de coronavírus (COVID-19). Embora alertemos contra a atribuição incorreta das origens de COVID-19, os animais selvagens à venda em Wuhan sofreram más condições de bem-estar e higiene e detalhamos uma série de outras infecções zoológicas que podem ser potencialmente vetores. No entanto, em uma resposta de precaução ao COVID-19, os ministérios da China baniram temporariamente todo o comércio de vida selvagem em 26 de janeiro de 2020 até que a pandemia de COVID-19 termine, e proibiram permanentemente comer e trocar animais selvagens terrestres (não pecuários) por comida em 24 de fevereiro de 2020. Essas intervenções, destinadas a proteger a saúde humana, corrigir inconsistências comerciais e de fiscalização anteriores, e terão benefícios colaterais para a conservação da biodiversidade global e o bem-estar animal.

Link para o artigo na revista Nature:



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