Veja o artigo completo que foi publicado: Ludhmila Hajjar, é coautora do estudo com superdosagem de cloroquina, resultando em 11 mortes

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Ludhmila Hajjarl, médica cardiologista, supostamente cotada para a Saúde (Reprodução / CNN Brasil).

Doses cavalares de ciência: Ludhmila Hajjar, supostamente cotada para Saúde, é coautora do estudo com superdosagem de cloroquina, resultando 11 mortes​

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A Dra. Ludhmilla Hajjar (Reprodução / CNN)
ATUALIZAÇÃO - 16/03/21

Com a finalidade de evitar ataques dos pandeminiuns desesperados por atenção e descontentes com a verdade dos fatos, resolvemos buscar diretamente o estudo publicado que resultou na morte de 11 pessoas e que atualmente é investigado pelo Ministério Público Federal.

O estudo científico, devidamente publicado, pode ser acessado na revista científica MedRxi, no seguinte link:


O arquivo em <.pdf> pode ser lido clicando aqui.

E como sempre, temos o bom e velho print para mostrar que a Dra. Ludhmila Hajjar está citada como coautora do artigo em questão:

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A velha e boa ciência nunca deixa de falhar.

Da mesma forma que homem sempre será homem com seus genes XY e mulher, com genes XX, a ciência também pode ser usada para manipular informações, dados e até ser usada para fins políticos.

A suposta cotada para assumir o Ministério da Saúde, no lugar do Ministro Pazuello, indicada pelo Centrão, Ludhmila Abrahão Hajjar, é uma das responsáveis pelo estudo que foi realizado com doses cavalares de cloroquina, resultando na morte de 11 pessoas.

Com provável indicação do Centrão, Ludhmila vem usando a velha mídia para afirmar que não quer fazer parte do Governo por supostas "divergências técnicas" em relação ao Governo Federal.

No estudo, que hoje é investigado pelo Ministério Píublico do Rio Grande do Sul, através de um inquérito civil que apura os procedimentos da pesquisa, mostrou que a pesquisa utilizou 1.200 mg por dia em dez dias, basicamente 12 gramas do remédio em 81 pacientes terminais e na fase final da doença.

Conforme indica a bula do medicamento, a dose máxima indicada para humanos é de 25mg por quilo do paciente em 24 horas, não podendo ultrapassar 600mg por dia e nem 1500mg em três dias.

A fonte originária ainda entrevistou um médico infectologista, conhecido por Marcus Vinícius Guimarães Lacerda, responsável pelo estudo:
"disse que seguiu estudo similar da China, com algumas diferenças: ao invés de 1.000 mg de hidroxicloroquina por dia, usou 1.200 mg de cloroquina. O infectologista, no entanto, não apresentou o estudo da China e nem conseguiu provar que a cloroquina tem toxicidade similar à da hidroxicloroquina. Perguntado sobre a alta dose utilizada, ele disse que a dose prevista na bula era para malária, não para Covid, e que era "preciso mostrar que isso seria inseguro para o Covid".


O levantamento realizado pelo MPF mostrou que o médico teria usado uma dose de cloroquina quase três vezes maior que a dose considerada segura em pacientes graves, ou seja, com menor capacidade de metabolizar e eliminar a substância do corpo. Foram 27 pesquisadores que assinaram a pesquisa, inclusive a médica Ludhmila Abrahão. O estudo também foi financiado pelo governo do Amazonas, a Farmanguinhos (Fiocruz-Manaus), a Fundação Oswaldo Cruz e outros citados, conforme mostrou a reportagem elencada abaixo.

A fonte originária indicou todas os links dessas informações na nossa reportagem, então, para conferência dupla da informação, sugerimos também que vocês acessem a reportagem originária para verificar os fatos, apesar do caso ser público e notório.

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Dá um desânimo ler algo sobre o dito estudo. Mas a alegria voltou quando li uma das tags: muie muie muie kkkkkkkkkkkkkkkkk
 

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POLITZ
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