Vídeo da Reunião Ministerial não provou interferência do Presidente Jair Bolsonaro e o tiro de Moro pode sair pela culatra, prejudicando ele mesmo

A fonte originária da informação, com o link disponibilizado logo abaixo da nossa reportagem, trouxe um interessante fato que pouco foi reproduzido por outros jornais tradicionais da mainstream.

O vídeo da reunião ministerial, citado pelo ex-ministro Sergio Moro, onde ele acusou o Presidente Jair Bolsonaro de uma suposta interferência na Polícia Federal, imagens esta que comprovariam a ocorrência, acabou não provando nada, apenas provando que o biografado terá a sua reputação e sua história manchadas.

Na época, Sergio Moro pediu ao Supremo Tribunal Federal que o vídeo da famosa reunião ministerial onde mostra um Sergio Moro extremamente constrangido, com um péssimo humor e de braços cruzados o tempo todo, fosse divulgado na íntegra, afirmando que haveriam diálogos nela que provariam as supostas "más intenções do Presidente".

O STF não perdeu tempo e o pedido do ex-ministro foi acatado, porém, sem produzir os efeitos e resultados esperados pelo ex-juiz federal. A reunião acabou mostrando um Jair Bolsonaro, exatamente na forma como ele foi eleito: uma pessoa honesta, pensando no bem da população geral do país e bastante revoltado com a incompetência de parte do seu governo.

Com o efeito totalmente contrário, o denunciante, Sergio Moro, pode acabar sendo o maior prejudicado de toda essa história, segundo a reportagem da fonte originária.

Com a denúncia de Sergio Moro, a Procuradoria-Geral da República, no exercício de suas funções institucionais, abriu uma investigação para apurar as acusações contra o Presidente Jair Bolsonaro.

Para amigos, o ex-ministro confidenciou que a apuração será concluída sem imputar nenhum crime ao próprio Presidente e sua imagem, passará de acusador para acusado. A publicação informa:

Isso porque, ao instaurar o inquérito, Aras determinou que, além da tentativa de interferência, fosse apurada a eventual ocorrência de crime contra a honra e de denunciação caluniosa contra o presidente, cujas penas, somadas em caso de condenação, podem chegar a até dez anos de prisão. “Ele era o ministro da Justiça e devia ter mais responsabilidade sobre o que estava dizendo contra o presidente”, afirmou a VEJA um auxiliar de Aras, revelando a disposição da PGR.

Na reunião de abril, Bolsonaro reclamou de ações que teriam como alvo ele, sua família e seus amigos. “Eu não vou esperar f… a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meus, porque eu não posso trocar alguém da segurança. Vai trocar!”, disse o presidente. Esse era o trecho que, segundo o ex-ministro, demonstraria a intenção de Bolsonaro em interferir na PF atendendo a interesses pessoais. A investigação está na fase de diligências. Já foram ouvidos o ex-juiz, ministros, funcionários do Planalto e delegados. Uma das últimas etapas antes de a Polícia Federal concluir o trabalho é tomar o depoimento do próprio presidente. Depois disso, Aras decidirá se apresenta denúncia contra Bolsonaro, Moro ou nenhum dos dois. As duas últimas hipóteses são as mais prováveis.
Nada de bom está acontecendo para o biografado e para a sua história desde que largou a sua carreira de juiz federal.
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