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#TópicoOficial #BondeDaOposição: ACOMPANHEM O PROCESSO DE VOTAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA .PALOCCI CONFIRMA O REPASSE DE 300 MILHÕES DE REAIS DA ODEBRECHT A LULA.

Bonner

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Tópico destinado a discussões políticas destinado a usuários que se posicionam de forma contrária a esquerda.




Sei que o nosso grupo sempre foi ordeiro mas nunca é demais lembrá-los para que mantenhamos o objetivo do tópico, sem exagerar no flood e respeitando as regras do fórum, estamos em uma sessão dedicada a conteúdo político.

Ajudem a divulgar o novo fórum ao pessoal que participava do antigo



Peço a todos que aprovarem o novo fórum que desabilitem o adblock para ajudar a manter esse espaço isento e livre





LISTA DE DEPUTADOS QUE MAIS GASTAM O DINHEIRO DO CONTRIBUINTE COM SEGURANÇA ARMADA



75529




A Esquerda é a versão secular do Satanismo/ Anti Cristianismo.

Autoria: @Vilão do Bonde

O que eles querem é corromper a alma humana.
Pra isso eles precisam corromper o ambiente (sociedade), o corpo, a mente das pessoas e a esperança das pessoas.


Como corromper o ambiente (sociedade):
Destrua a segurança ( transforme bandidos em vitimas, transforme policiais em vilões, corrompa a justiça (ativismo da toga), transforme a violência em algo comum), promova o ódio entre classes, entre raças, entre gays e heteros.

Como corromper o corpo:
Promova o uso de drogas, promova o sexo livre (dsts, zoofilia, incesto etc.), promova a aceitação de hábitos nocivos como má alimentação e sedentarismo (ativistas gordos), promova a falta de higiene ( feminismo), promova o uso de remédios psicotrópicos, promova que as pessoas modifiquem seus corpos apenas por estética anti estética (tatuagens e etc).

Como corromper a mente:
Promova o aborto, mude o significado das palavras, ideologia de genero, transforme tudo em algo politicamente incorreto, faça as pessoas terem medo de fazerem perguntas e expor idéias.

Como destruir a esperança:

Destrua a economia, faça as pessoas passarem fome, impeça as pessoas de trabalhar....
torne as pessoas egoístas ao extremo.


no fim vc tem uma pessoa que é
hostil por causa do medo , que destrói o corpo e que não se respeita, que não tem empatia por ninguém (tipo que acha que feto nem é gente), que não sabe o que é certo e errado e que pensa apenas em si mesma....

ou seja... uma pessoa com a alma corrompida.



vejam bem queridos...
o Brasil ta passando por tudo isso

o Brasil é vitima desse satanismo travestido de esquerda.

e infelizmente todos nós somos vitimas disso tudo
todos nós ja fomos corrompidos de alguma forma e em algum nível.





INDICADORES DE EVOLUÇÃO DO GOVERNO / PAÍS


Crédito ao usuário @JW_keepwalking que nos cedeu esse valioso material

Segue atualização de Abril/2019 (+ PIB do 1T2019) do Compilado de Indicadores do Governo Bolsonaro:


Muitos dos dados de Março/2019 ainda não foram divulgados, portanto, só no final de Abril será possível atualizar e finalizar o compilado. Por isso, "versão 1", só para vocês terem uma ideia das informações.

Aí a partir disso, a ideia é essa: Sempre entre a última semana do mês atual e a primeira do mês seguinte (não é promessa kkkkkk isso pode atrasar), eu atualizo os dados mensais e trago aqui esse compilado. Assim todo mundo poderá ter os números na mão, seja porque achem legal, seja para discutir com algum esquerdista, seja para compartilhar informações, etc.



Resumão dos Primeiros meses de governo Bolsonaro feito pelo usuário @Athol Trollip







Reforma da Previdência: principais pontos e sua importância.


QUEM SÃO OS DEPUTADOS CONTRA E A FAVOR DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA ?
Votos favoráveis totalmente/favoráveis parcialmente/desfavoráveis/indefinidos para cada partido na Câmara. PSL e DEM lideram os votos totalmente à favor. PSDB lidera os partidos com voto parcial em favor da Reforma, esquerda radical (PT, PSB, PDT e PSOL) liderando os votos contrários e o Centrão liderando os indefinidos.


Conteúdo produzido pelo usuário Negai
49771



Idade mínima
O texto propõe idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, com contribuição mínima de 20 anos. Atualmente, aposentadoria por idade é 60 anos para mulheres e 65 anos para os homens, com contribuição mínima de 15 anos.

A idade mínima para a aposentadoria poderá subir em 2024 e depois disso, a cada quatro anos, de acordo com a expectativa de vida dos brasileiros.

Nessa proposta, não haverá mais aposentadoria por tempo de contribuição.

Contribuição
Os trabalhadores da iniciativa pública e privada passarão a pagar alíquotas progressivas para contribuir com a Previdência. E quem ganha mais, contribuirá mais. As alíquotas deixarão de incidir sobre o salário inteiro e incidirão sobre faixas de renda, num modelo semelhante ao adotado na cobrança do Imposto de Renda. No fim das contas, cada trabalhador, tanto do setor público como do privado, pagará uma alíquota efetiva única.

Pela nova proposta, quem ganha um salário mínimo (R$ 998) contribuirá com 7,5% para a Previdência. Acima disso, contribui com 7,5% sobre R$ 998, com 9% sobre o que estiver entre R$ 998,01 e R$ 2 mil, com 12% sobre a renda entre R$ 2.000,01 a R$ 3 mil e com 14% sobre a renda entre R$ 3.000,01 e R$ 5.839,45 (teto do INSS). Dessa forma, um trabalhador que receber o teto do INSS contribuirá com alíquota efetiva (final) de 11,68%.

De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, as alíquotas efetivas ficarão em 7,5% para quem recebe o salário mínimo, de 7,5% a 8,25% para quem ganha de R$ 998,01 a R$ 2 mil, de 8,25% a 9,5% para quem ganha de R$ 2.000,01 a R$ 3 mil e de 9,5% a 11,68% para quem recebe de R$ 3.000,01 a R$ 5.839,45 (teto do INSS).

No setor público será aplicada lógica semelhante. Pelas novas regras, o sistema de alíquotas progressivas será aplicado, resultando numa alíquota efetiva (final) que variará de 7,5% para o servidor que recebe salário mínimo a 16,79% para quem recebe mais de R$ 39 mil.

Regras de transição
O tempo de transição do atual sistema de Previdência para o novo será de 12 anos. A regra de transição para a aposentadoria prevê três opções:

1) A soma do tempo de contribuição com a idade passa a ser a regra de acesso. O tempo de contribuição é 35 anos para homens e 30 para mulheres. Em 2019, essa soma terá que ser 96 pontos para homens e 86 anos para mulheres. A cada ano, será necessário mais um ponto nessa soma, chegando a 105 pontos para homens e 95 para mulheres, em 2028. A partir deste ano, a soma de pontos para os homens é mantida em 105. No caso das mulheres, a soma sobe um ponto até atingir o máximo, que é 100, em 2033.

2) A outra opção é a aposentadoria por tempo de contribuição (35 anos para homens e 30 anos para mulheres), desde que tenham a idade mínima de 61 anos (homens) e 56 anos (mulheres), em 2019. A idade mínima vai subindo seis meses a cada ano. Assim, em 2031 a idade mínima será 65 anos para homens e 62 para mulheres. Os professores terão redução de cinco anos na idade.

3) Quem está a dois anos de cumprir o tempo de contribuição para a aposentadoria – 30 anos, no caso das mulheres, e 35 anos, no de homens – poderá optar pela aposentadoria sem idade mínima, aplicando o fator previdenciário, após cumprir o pedágio de 50% sobre o tempo restante. Por exemplo, uma mulher com 29 anos de contribuição poderá se aposentar pelo fator previdenciário se contribuir mais um ano e meio.

Aposentadoria integral
Para aposentar-se com 100% da média do salário de contribuição, o trabalhador precisará contribuir por 40 anos.

A nova fórmula de cálculo do benefício substituirá o fator previdenciário, usado atualmente no cálculo das aposentadorias do INSS.


Aposentadoria rural
Também houve mudança na aposentadoria rural: 60 anos tanto para homens quanto para mulheres, com contribuição de 20 anos. A regra atual é 55 anos para mulheres e 60 anos para os homens, com tempo mínimo de atividade rural de 15 anos. No caso da contribuição sobre a comercialização, a alíquota permanece em 1,7% e é necessária a contribuição mínima de R$ 600 por ano para o pequeno produtor e sua família. Para se aposentar, nessa categoria, serão necessários 20 anos de contribuição.

Aposentadoria por incapacidade
Rebatizada de aposentadoria por incapacidade permanente, a aposentadoria por invalidez obedecerá a novos cálculos. Pelo texto, somente receberão 100% da média dos salários de contribuição os beneficiários cuja incapacidade estiver relacionada ao exercício profissional.

A proposta prevê o pagamento de 100% do benefício somente para os casos de acidente de trabalho, doenças relacionadas à atividade profissional ou doenças comprovadamente adquiridas no emprego, mesmo sem estarem relacionadas à atividade. Caso a invalidez não tenha relação com o trabalho, o beneficiário receberá somente 60% do valor. Hoje, todos os aposentados por invalidez recebem 100% da média de contribuições.

Aposentadoria para parlamentar
Os futuros parlamentares – em nível federal, estadual e municipal – passarão para o INSS caso a reforma da Previdência seja aprovada. Haverá uma regra de transição para os parlamentares atuais.

Pela proposta, os futuros parlamentares poderão se aposentar com idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com teto de R$ 5.839,45. Os parlamentares atuais passarão por uma regra de transição, sujeitos a pagar um pedágio (trabalhar mais) de 30% do tempo que falta para atingir os 35 anos de contribuição.

Atualmente, os deputados federais e senadores aposentam-se com 60 anos de idade mínima (homens e mulheres) e 35 anos de contribuição. Eles recebem 1/35 do salário para cada ano como parlamentar, sem limitação de teto.

Pensões
O cálculo das pensões por morte será relacionado ao número de dependentes, sistema que vigorou até a década de 1980. Inicialmente, o beneficiário com até um dependente receberá 60% da média de contribuições. O valor sobe em 10 pontos percentuais a cada dependente, atingindo 100% para quem tiver cinco ou mais dependentes.

Atualmente, o pagamento de pensões obedece a cálculos diferentes para trabalhadores do INSS (iniciativa privada) e servidores públicos.

Benefício de Prestação Continuada (BPC)
Pela proposta, a partir dos 60 anos, os idosos receberão R$ 400 de BPC. A partir de 70 anos, o valor sobe para um salário mínimo.

Atualmente, o BPC é pago para pessoas com deficiência, sem limite de idade, e idosos, a partir de 65 anos, no valor de um salário mínimo. O benefício é concedido a quem é considerado em condição de miserabilidade, com renda mensal per capitainferior a um quarto do salário mínimo.

Policiais e agentes penitenciários
Os policiais civis, federais, agentes penitenciários e socioeducativos se aposentarãoaos 55 anos. A idade valerá tanto para homens como para mulheres.

Os tempos de contribuição serão diferenciados para homens e mulheres. Os agentes e policiais masculinos precisarão ter 30 anos de contribuição, contra 25 anos para as mulheres.

A proposta também prevê tempo mínimo de serviço de 20 anos para policiais homens e agentes homens e 15 anos para policiais e agentes mulheres. Progressivamente, o tempo de exercício progredirá para 25 anos para homens e 20 anos para mulheres nos dois cargos (agente e policiais).

As duas categorias não estão submetidas a aposentadorias especiais. A proposta não contempla os policiais militares e bombeiros.

Militares
O governo quer aumentar o tempo de contribuição dos militares de 30 para 35 anos. O projeto de lei específico para o regime das Forças Armadas será enviado aos parlamentares em até 30 dias. A proposta também englobará a Previdência de policiais militares e de bombeiros, atualmente submetidos a regras especiais dos estados.

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, informou que o governo pretende aumentar a alíquota única dos militares de 7,5% para 10,5%.

Regime de capitalização
Os trabalhadores que ingressarem no mercado de trabalho após a aprovação da reforma da Previdência poderão aderir a um regime de capitalização.

O trabalhador poderá escolher livremente a entidade de previdência, pública ou privada, e a modalidade de gestão de reservas, com possibilidade de portabilidade.

Reforma proposta por Bolsonaro economizará 4,497 trilhões de reais em 20 anos

O governo estima uma economia de 4,497 trilhões de reais em 20 anos.

Isso sem contar a medida provisória de combate às fraudes e a revisão da aposentadoria dos militares.

Se a reforma for aprovada, o Brasil finalmente sai do buraco.

Maiores devedores serão cobrados

A equipe econômica anunciou que o governo enviará ao Congresso um projeto para intensificar a cobrança dos que devem à União.

Segundo Bruno Bianco, secretário especial adjunto da Secretaria de Previdência, esse será um dos pilares para enfrentar o déficit previdenciário.

Reforma de Bolsonaro beneficia os mais pobres

Na verdade, ao contrário do que diz a esquerda, a reforma de Jair Bolsonaro beneficia os mais pobres: 70% dos contribuintes do INSS passarão a pagar 7,5%, em vez de 8%.

Quem ganha a partir de 3 mil reais pagará mais, dependendo do salário.

Reforma acaba com a mamata para políticos

A Reforma da Previdência acaba com a mamata dos políticos: eles não terão mais direito a aposentadoria especial, como registramos há pouco.

O máximo que receberão é o teto previsto hoje para os empregados da iniciativa privada: cerca de 5.800 reais.



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NOVAS REGRAS PARA O POSSE DE ARMAS

Poderá possuir arma em casa os cidadãos que se encaixarem nos seguintes critérios:


  • Ser agente público (ativo ou inativo) de categorias como: agentes de segurança, funcionário da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), agentes penintenciários, funcionários do sistem socioeducativo e trabalhadores de polícia administrativa;
  • Ser militar (ativo ou inativo)
  • Residir em área rural;
  • Residir em estados com índices anuais de mais de dez homicídios por cem mil habitantes (segundo dados de 2016 no Atlas da Violência 2018).
  • Ser dono ou responsável legal de estabelecimentos comerciais ou industriais; e
  • Ser colecionador, atirador e caçador, devidamente registrados no Comando do Exército.
  • Comprovar existência de cofre ou local seguro para armazenamento, em casas que morem crianças, adolescentes ou pessoa com deficiência mental;
FONTE : https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/01/15/bolsonaro-assina-decreto-que-facilita-posse-de-armas.ghtml




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EQUIPE DE GOVERNO


Presidente: Jair Bolsonaro.
Nascido em Glicério (SP), é um capitão reformado do exército e ex-deputado federal, sendo atualmente filiado ao Partido Social Liberal (PSL). Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977 e serviu nos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo do exército brasileiro. Também é formado em educação física pela Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx).






Vice-presidente: Hamilton Mourão.
Nascido em Porto Alegre (RS), é um general da reserva do exército. Formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, obteve cursos de formação, de aperfeiçoamento e de altos estudos militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e do Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército. Também foi instrutor da AMAN, cumpriu missão de paz na Angola e foi adido militar na embaixada brasileira na Venezuela.







Ministérios.
Ministro-Chefe da Casa Civil: Onyx Lorenzoni.

Nascido em Porto Alegre (RS), é médico veterinário e deputado federal filiado ao Democratas. Considerado “braço direito” de Jair Bolsonaro e um dos mais ferrenhos opositores ao PT, foi membros de dez CPIs, dentre as quais destacam-se a dos Correios, do Cachoeira e da Petrobras. Também foi relator da Subcomissão de Normas de Combate à Corrupção e da Comissão que analisou medidas de combate à corrupção.






Ministro da Economia: Paulo Guedes.
Nascido no Rio de Janeiro (RJ), é economista, graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas e Ph.D pela Universidade de Chicago. Também atuou como investidor, docente na PUC-Rio, na FGV e no IMPA, além de ter sido diretor-técnico do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais e um dos fundadores do Banco Pactual. É considerado um dos principais nomes do liberalismo econômico brasileiro.






Ministro da Justiça e Segurança Pública: Sérgio Moro.
Nascido em Maringá (PR), é um ex-juíz federal, escritor e professor universitário. Graduado em Direito na Universidade Estadual de Maringá, recebeu o título de mestre e de doutor pela Universidade Federal do Paraná e também cursou o programa de instrução de advogados da Harvard Law School. Entre 2003 e 2007, trabalhou no caso Banestado e também na Operação Farol da Colina, onde decretou prisão temporária de 103 suspeitos e condenação de 97 pessoas. Tornou-se mundialmente conhecido por julgar, em primeira instância e desde 2014, os crimes identificados pela força-tarefa da Operação Lava Jato, considerada a maior investigação contra corrupção na história, tendo decretado mais de 175 prisões e 120 condenações de empresários, políticos, lobistas e doleiros.






Ministro da Ciência e Tecnologia: Marcos Pontes.
Nascido em Bauru (SP), é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) e o primeiro astronauta brasileiro, sul-americano e lusófono a ter ido ao espaço. Formou-se em engenharia aeronáutica pelo ITA, cumpriu mestrado em engenharia de sistemas pela Naval Postgraduate School na Califórnia e possui bacharel em administração pública pela Academia da Força Aérea Pirassununga. Foi agraciado com a Medalha Santos Dummont e com a Medalha de Ouro Yuri Gagarin pela Federação Aeronáutica Internacional.






Ministro da Defesa: Fernando Azevedo e Silva.
Nascido no Rio de Janeiro (RJ), é um general e ex-chefe de Estado-Maior do exército. Formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, é mestre em Aplicações Militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Militares, apresenta MBA executivo pela Fundação Getúlio Vargas, foi presidente da Comissão Desportiva Militar do Brasil no Ministério da Defesa e da Autoridade Pública Olímpica de 2013 a 2015. Também foi Comandante Militar do Leste, no Rio de Janeiro, onde foi responsável pela segurança durante os Jogos Olímpicos de 2016.






Ministro das Relações Exteriores: Ernesto Fraga Araújo.
Nascido em Porto Alegre (RS), é um diplomata e escritor brasileiro. Formado em Letras pela Universidade de Brasília, foi aprovado no concurso de admissão do Instituto Rio Branco e tornou-se diplomata, cuja carreira exerce há mais de 26 anos. Também foi subchefe de gabinete do Itamaraty, diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos e Ministro de Primeira Classe.






Ministra da Agricultura: Tereza Cristina.
Nascida em Campo Grande (MS), é uma engenheira agrônoma, empresária do agronegócio e deputada federal filiada ao Democratas. Foi, durante cerca de sete anos, secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul. Também foi presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) e líder da bancada ruralista.






Ministro da Saúde: Luiz Henrique Mandetta.
Nascido em Campo Grande (MS), é um médico ortopedista e ex-deputado federal filiado ao Democratas. Formado pela Universidade Gama Filho, apresenta especialização em Ortopedia pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e ocupou o posto de tenente no Hospital Central do Exército. Também foi presidente da Unimed Campo Grande e secretário de Saúde no município de Campo Grande.






Ministro da Educação: Abraham Weintraub.
Escolhido para chefiar a pasta, é um economista, professor universitário e executivo do mercado financeiro. Graduado em Ciências Econômicas pela USP, obteve um MBA Executivo Internacional pelo OneMBA, possui mestrado em Administração na área de Finanças pela FGV e também atuou como secretário-executivo da Casa Civil. Colaborador antigo de Jair Bolsonaro, prega o combate ao marxismo cultural nas universidades.






Ministro da Infraestrutura: Tarcísio Gomes de Freitas.
Escolhido para chefiar a pasta, é engenheiro civil pelo Instituto Militar de Engenharia, bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras, com MBA Executivo em Gerenciamento de Projetos e Engenharia de Transportes pela Fundação Getúlio Vargas. Chefiou a Seção Técnica da Companhia de Engenharia de Transportes de Força de Paz da ONU no Haiti, foi diretor-executivo do DNIT entre 2011 e 2015 e consultor legislativo da Câmara dos Deputados. Também chefiava, desde 2016, a Secretaria de Coordenação de Projetos do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI).






Ministro do Desenvolvimento Regional: Gustavo Canuto.
Escolhido para comandar a pasta, é servidor com ampla experiência no Ministério do Planejamento, no qual ocupa, atualmente, o cargo de secretário-executivo. Formado em engenharia da computação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), também apresenta graduação em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), considerado um dos principais centros universitários do país.






Ministro da Cidadania: Osmar Terra.
Nascido em Porto Alegre (RS), é um médico com mestrado em Neurociência, ex-secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, ex-ministro do Desenvolvimento Social e deputado federal atualmente filiado ao MDB. Foi responsável, enquanto ministro, pela criação e implantação dos programas Criança Feliz, responsável por promover maior atenção à primeira infância de crianças de famílias carentes, e Progredir, que promove capacitação profissional, estimula o empreendedorismo e auxilia na inserção de beneficiários do Bolsa Família no mercado de trabalho. Também foi coordenador de um amplo pente fino em diversos programas sociais do governo, promovendo a redução de fraudes.






Ministro do Turismo: Marcelo Álvaro Antônio.
Nascido em Curitiba (PR), é um empresário e deputado federal atualmente filiado ao Partido Social Liberal (PSL), tendo obtido a maior votação na história, para o cargo, no estado de Minas Gerais. Presidente do PSL local e um dos principais apoiadores de Jair Bolsonaro, teve seu nome indicado pela bancada parlamentar do turismo na Câmara e por representantes do setor.






Ministro de Minas e Energia: Bento Costa Lima.
Nascido no Rio de Janeiro (RJ), é um almirante da esquadra brasileira. Formado pela Escola Naval, tem pós-graduação em Ciências Políticas pela Universidade de Brasília, MBA em gestão pública pela FGV e graduação no curso de Comando e Estado-Maior do exército. Ao longo de sua carreira militar, ocupou diversos cargos, dentre os quais destacam-se chefe de gabinete do Estado-Maior da armada, secretário de ciência, tecnologia e inovação da Marinha e diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha.






Ministra dos Direitos Humanos: Damares Alves.
Natural de Sergipe, é advogada, pastora evangélica e ativista. Com experiência de mais de duas décadas em defesa da vida e da família e contra o aborto, pedofilia e legalização das drogas, é fundadora do Movimento ATINI, secretária geral do Movimento Nacional Brasil Sem Aborto e conselheira do Movimento Nacional Brasil Sem Drogas. Sua indicação recebeu o apoio de dezenas de entidades, igrejas, organizações não governamentais e ativistas pró-família.






Ministro do Meio Ambiente: Ricardo Salles.
Nascido em São Paulo (SP), é um administrador, advogado e ex-secretário do Meio Ambiente de São Paulo. Formado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cursou pós-graduação nas Universidades de Coimbra e Lisboa e é especializado em Administração de Empresas pela FGV. Também é fundador do Movimento Endireita Brasil (MEB), entidade parceira do Instituto Millenium e defensora do liberalismo econômico e diminuição do Estado.







Órgãos ligados à Presidência.
Gabinete de Segurança Institucional: Augusto Heleno.

Nascido em Curitiba (PR), é um general da reserva do exército. Formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, foi o primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, recebendo, por isso, a medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas. Também participou da missão militar brasileira de instrução no Paraguai, foi adido militar nas embaixadas brasileiras em Paris e em Bruxelas e foi o primeiro comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti.






Controladoria Geral da União: Wagner Rosário.
Nascido em Juiz de Fora (MG), é o atual chefe da pasta da Controladoria Geral da União. Tendo mestrado em Combate à Corrupção e Estado de Direito pela Universidade de Salamanca e em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília, é graduado e pós-graduado em ciências militares respectivamente, pela Academia Militar das Agulhas Negras e pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército. Possui ampla experiência na área de combate e prevenção à corrupção, com ênfase em investigação administrativa e investigações conjuntas com os demais órgãos em defesa do Estado, em casos de corrupção e fraudes.






Advocacia Geral da União: André Luiz de Almeida.
Escolhido para chefiar a pasta, é profissional de carreira da AGU desde 2000, na qual ocupa, atualmente, o cargo de corregedor-geral. Formado em Direito pela Faculdade de Direito de Bauru, fez mestrado e doutorado em Combate à Corrupção e Estado de Direito pela Universidade de Salamanca e é pós-graduado em Direito Público pela Universidade de Brasília. Ganhou destaque ao ser homenageado, por suas práticas de combate à corrupção, pelo Prêmio Innovare, concedido pela própria Advocacia Geral na União.






Secretaria de Governo: Luiz Eduardo Ramos.
Nascido no Rio de Janeiro (RJ), é um general de exército e ex-Comandante Militar do Sudeste. Formado na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (ExPCEx) e pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), também atuou como vice-chefe do Estado Maior do Exército. Também foi condecorado pela ordem de Mérito Militar.






Secretaria Geral da Presidência: Jorge Antônio de Oliveira
Escolhido para chefiar a pasta, é policial militar da reserva, tendo chegado ao posto de major na Polícia Militar do Distrito Federal. Formado em Direito, também fez curso de produção de conhecimentos e operações na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e trabalhou, entre 2003 e 2018, como assessor jurídico no Congresso Nacional






Banco Central: Roberto Campos Neto.
Escolhido para comandar o banco, é um economista e neto do ex-ministro Roberto Campos, considerado um dos principais nomes da história do pensamento liberal brasileiro. Formado em Economia pela Universidade da Califórnia, também possui ampla experiência no mercado financeiro e na iniciativa privada, com maior destaque no Banco Santander, no qual passou cerca de 18 anos e ocupou diversos cargos executivos.
 
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Sejam bem vindos meus caros.

O POLITZ oferece uma Comunidade totalmente aberta, dedicada à liberdade de expressão, sem censura ou perseguições ideológicas.

Fiquem a vontade que a Casa é de vocês. Qualquer coisa é só sumonar a equipe que estamos aqui para ajudar.

Abração a todos!
 
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