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Ginsu2000

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O Cuckman tá afundando a empresa, só sabe fazer jogo na base do crunch.
Pelo que disse é pior que é verdade. TODO jogo que esse cara mete a mão fode com TUDO que foi criado. Literalmente deturpa TUDO.

Menos isso e mais o fato que não sobrou ninguém pra trabalhar na ND.
Sei que uma pá de devs da ND ficou extremamente desgostoso com que tomou o rumo da história do jogo. Chegaram a se demitir?
 
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Bloodwill

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Pelo que disse é pior que é verdade. TODO jogo que esse cara mete a mão fode com TUDO que foi criado. Literalmente deturpa TUDO.



Sei que uma pá de devs da ND ficou extremamente desgostoso com que tomou o rumo da história do jogo. Chegaram a se demitir?

Você sabia que foi o mesmo cara que fez o Primeiro? O diretor do 1 é o mesmo do 2....
 

Bloodwill

Mestre
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E assim, só pra deixar bem claro. Não estou defendendo movimentos feministas, gay pride, nem nada.
Eu não joguei o jogo, não vi nada sobre, nem quero tomar spoiler. Como sempre quero jogar sem saber o que houve, as polêmicas, etc.
Então, posso estar falando muita besteira aqui hahahaha
Portanto, me desculpem, e aturem a percepção de alguém, que até agora só acha que muitos estão irritados com a personagem ser mulher.
Peço desculpas se causei transtornos, mas a intenção aqui é discussão, então, bora lá.
 
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Pelo que disse é pior que é verdade. TODO jogo que esse cara mete a mão fode com TUDO que foi criado. Literalmente deturpa TUDO.



Sei que uma pá de devs da ND ficou extremamente desgostoso com que tomou o rumo da história do jogo. Chegaram a se demitir?
Menos com o rumo da história do jogo e mais com o histórico de desenvolvimento.
O pessoal chegava a ficar mais de 12 horas e até trabalhando pernoite, tem inclusive o relato de um acidente que aconteceu porque o pessoal da construção ao lado do prédio da ND achava que não teria ninguém trabalhando as 2 da matina ali.
 

Antonio Neto

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Pra quem acha que progressismo e lacração é a mesma coisa, realmente melhor jogar Pac Man e Mario mesmo. Ah não, Pac Man tem a Mrs Pac Man e a Birdo é trans.
E assim, só pra deixar bem claro. Não estou defendendo movimentos feministas, gay pride, nem nada.
Eu não joguei o jogo, não vi nada sobre, nem quero tomar spoiler. Como sempre quero jogar sem saber o que houve, as polêmicas, etc.
Então, posso estar falando muita besteira aqui hahahaha
Portanto, me desculpem, e aturem a percepção de alguém, que até agora só acha que muitos estão irritados com a personagem ser mulher.
Peço desculpas se causei transtornos, mas a intenção aqui é discussão, então, bora lá.
Relaxa cara, quem não jogou o jogo quer ter mais razão e argumento do que quem jogou.
Primeiro o que é "lacrar"? Precisa definir melhor porque é heterogêneo o termo.

Já vi gente aqui dizendo que lacrar é ter personagem negro em Gears 4. Inclusive o desgraçado está aqui no tópico.
Qualquer coisa que não agrade reaça é lacrar.
 

Rosca Tudor

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Pra quem acha que progressismo e lacração é a mesma coisa, realmente melhor jogar Pac Man e Mario mesmo. Ah não, Pac Man tem a Mrs Pac Man e a Birdo é trans.


Relaxa cara, quem não jogou o jogo quer ter mais razão e argumento do que quem jogou.


Qualquer coisa que não agrade reaça é lacrar.
Sim... tem reaças que conseguem ser mais chatos do que os SJW que eles tanto condenam. Porém o problema acho que nunca foi (para eu que não sou reaça, mas tb não gosto de lacração) a lacração em si. Como já falei noutra postagem, não me incomodo com obras progressistas, nem as radicais... o que me incomoda é quando abrem a mão da qualidade pra forçar agenda ideológica e isso vale também para obras "de direita" (por exemplo o monte de panfletagem pró-EUA feita em obras pós 11/09).

Sobre TLoU2, eu vi um pouco do gameplay (ainda não peguei pra jogar) e o comecinho dele é absurdamente inferior ao de TLoU1, o que não é bem um demérito, pois acho que aquele comecinho do primeiro bate praticamente qualquer começo de qualquer jogo. Porém, o do segundo, assim mesmo, não é nada notável, o que não é um problema, mas decepciona um pouco considerando seu antecessor. Então, sim, acho que o pessoal está exagerando um bocado nas reações, mas tb não cometem nenhuma injustiça se considerarmos o hype que o pessoal tinha no jogo. Se eu compro um TLoU é pq quero uma estória sensacional com personagens carismáticos e grandes momentos... se eu quiser uma estória medíocre com personagens esquecíveis vou atrás de um jogo que seja focado na jogabilidade e não na estória.
 

Dark_chepito

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Comecei a jogar na sexta-feira. O jogo é bonito, mas não é essa perfeição visual toda que estão clamando por aí. Agora a história meu amigo, qualquer um que não seja ista e AMAVA o primeiro pelo desenvolvimento do relacionamento do Joel e da Ellie, vai ficar muito, mas muito irritado com esse jogo.

O único, mas único motivo pelo qual eu continuo avançando é pra saber o que vai rolar com o Tommy. Tem umas coisas bem bizarras nesse jogo! Por exemplo em um momento vc encontra um colecionável que tem desenhos de pirocas e seios. Pra que isso mano? Não sou nenhum puritano, mas acho esse tipo de coisa desnecessário, parece até que o Druckmann fez de propósito pra irritar mesmo.

Tem coisas lindas que apenas te deixam com mais raiva do potencial perdido que esse jogo tinha, como um capítulo com um flashback do Joel com a Ellie. Mas logo vc acorda e volta para a realidade do jogo. Falta muito pra mim zerar, mas por enquanto eu não estou curtindo o jogo não e pelo que acabei vendo por aí, minha raiva só vai aumentar.

Uma coisa que me irritou também foi que fizeram aquele trailer que enganou a gente. Dava a entender que o Joel estaria presente no jogo ajudando a Ellie de alguma forma, aí no jogo final a cena é a mesma mas com outro personagem no lugar. Isso é falta de respeito com os fãs do 1º game, inadmissível.

Comprei pois queria "sentir" o jogo para tirar conclusões, mas por enquanto estou me sentindo um i.diota por ter comprado o game.

Depois de zerar faço uma analise melhor, quem sabe o jogo me faz mudar de opinião, mas não estou esperançoso.

este jogo foi uma trap ideológica armada com genialidade pelo cuckman,

Ele se aproveitou do primeiro jogo, onde apresentam um estereótipo do homem forte e ao mesmo tempo sensível como Joel, para a grande maioria dos jogadores se identificarem com ele, sendo a personagem um reflexo deles mesmos. Joel é tudo que gostariam de ser num evento pós apocalíptico, e começaram a se importar com a personagem. Cuckman sempre odiou o protagonismo no Joel, o motivo de plantá-la ali é exatamente preparar pro segundo jogo.

No segundo jogo, o cuckman, já sabendo deste elo emocional e masculino, resolve dilacerar totalmente esta admiração e espelhamento, colocando literalmente no rabho do joel, imaginando que assim os fãs se sentiriam brutalizados também, e desta forma mostraria pra eles que ser machista e hétero é um desvio de personalidade e que todos deveriam repensar suas atitudes machistas.

E funcionou, amparado por um time de excelentes profissionais explorados a exaustão, o objetivo foi atingido. Não é raro ver fãs histéricos defendendo o enredo e até começando a queimar, e não por falta de café.
 

R-Z3R0

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Primeiro o que é "lacrar"? Precisa definir melhor porque é heterogêneo o termo.

Já vi gente aqui dizendo que lacrar é ter personagem negro em Gears 4. Inclusive o desgraçado está aqui no tópico.
Lacrar é usar uma obra de entretenimento para fazer militância política.
Pra quem acha que progressismo e lacração é a mesma coisa, realmente melhor jogar Pac Man e Mario mesmo. Ah não, Pac Man tem a Mrs Pac Man e a Birdo é trans.


Relaxa cara, quem não jogou o jogo quer ter mais razão e argumento do que quem jogou.


Qualquer coisa que não agrade reaça é lacrar.
Existe uma grande diferença entre lacrar e colocar diversidade nas obras.
 
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Pra quem acha que progressismo e lacração é a mesma coisa, realmente melhor jogar Pac Man e Mario mesmo. Ah não, Pac Man tem a Mrs Pac Man e a Birdo é trans.
Pac-Man foi criado com foco no público feminino, Ms. Pac-Man foi criado pra realmente enfatizar esse fato, além de claro, expandir o jogo original e consertar bugs, não entendi o porque foi mencionado aqui sendo que nada tem a ver com progressismo.

E nenhum personagem do Mario é gay, trans ou qualquer coisa do gênero, Nintendo não gosta de se envolver com política e/ou movimentos políticos.
 

Ginsu2000

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Na boa, respondendo ao título do tópico.

É muito evidente que o markenting desse jogo foi extremamente massivo (de até colocarem sub celebridades como Diguinho do The Noite do Danilo Gentilli pra fazerem propaganda do jogo, vide o seu instagram, enfim...), mesmo com o vazamento de todos os vídeos in-game do jogo, passou de qualquer problema que poderia ocorrer da maioria não ligada com a internet que seria de não comprar o game. Inclusive daqueles fãs que evitaram spoilers do jogo a qualquer custo.

Obviamente o lucro veio.

Foi a mesma coisa com os últimos 2 Star Wars, principalmente o último. Quem experimentou e é honesto consigo mesmo vai cair na real e ficará com desgosto na boca de uma garota cheia de potencial para virar uma Mary Sue. Eu que o diga, pois tudo que vier da Disney sobre SW não consumirei e me limitarei apenas ao conteúdo antes da sua compra. E pra minha felicidade é uma lore bem extensa me fazendo perguntar dos rumos que tomaram nos 2 últimos filmes do por que não terem reaproveitado como deveria.

Enfim, fica minha opinião.
 
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R-Z3R0

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O que é militância política? Dê exemplos no mundo dos games com exceção do TLOU.
De games no geral, eu não lembro muito nesse momento, mas vou dar o exemplos de filmes.

  • No filme da Capitã Marvel, o Nick Furry foi tratado como um alivio cômico, sendo que ele nunca foi assim.
  • A cena das vingadoras no ultimato.Ridicularizaram o Homem Aranha.
Ambos os exemplos podem ser considerados uma exaltação do "empoderamento" feminino, mas será que é realmente necessário rebaixar os homens para deixar as mulheres em evidencia?

Uma coisa é colocar personagens para agregar valor às obras, outra é ficar forçando essas narrativas de sjw.
Na boa, respondendo ao título do tópico.

É muito evidente que o markenting desse jogo foi extremamente massivo (de até colocarem sub celebridades como Diguinho do The Noite do Danilo Gentilli pra fazerem propaganda do jogo, vide o seu instagram, enfim...), mesmo com o vazamento de todos os vídeos in-game do jogo, passou de qualquer problema que poderia ocorrer da maioria não ligada com a internet que seria de não comprar o game. Inclusive daqueles fãs que evitaram spoilers do jogo a qualquer custo.

Foi a mesma coisa com os últimos 2 Star Wars, principalmente o último. Quem experimentou e é honesto consigo mesmo vai cair na real e ficará com desgosto na boca de uma garota cheia de potencial para virar uma Mary Sue. Eu que o diga, pois tudo que vier da Disney sobre SW não consumirei e me limitarei apenas ao conteúdo antes da sua compra. E pra minha felicidade é uma lore bem extensa me fazendo perguntar dos rumos que tomaram nos 2 últimos filmes do por que não terem reaproveitado como deveria.

Enfim, fica minha opinião.
Assino em baixo.Nem vale mais a pena acompanhar star wars.
 

JW_keepwalking

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O que é militância política? Dê exemplos no mundo dos games com exceção do TLOU.

Só recentemente e de cabeça...

Mass Effect Andromeda: A Bioware c@gou para a história, gameplay e animações faciais do jogo para focar em colocar personagens diversificados e sidequests lacradoras, além de estabelecer somente variações horrorosas na criação de personagem (porque mulher bonita é ofensivo para o resto). Cabe destacar ainda a postura declaradamente contrária às pessoas brancas pelos desenvolvedores.

Battlefield V: A Dice praticou revisionismo histórico sobre a segunda guerra mundial para enfiar mulheres e negros na linha de frente das batalhas. Cabe destacar ainda a postura declaradamente contrária aos gamers pelos desenvolvedores, incluindo os classificar como "uneducated" e a estúpida campanha "Everyone's Battlefield".

Dishonored Death of the Outsider: A Arkane contratou uma das escritoras do jogo com base em tweets desta falando sobre o lore da franquia (mesmo ela não tinha experiência nenhuma em jogos). No fim, o jogo-expansão foi focado na personagem negra e deficiente que ninguém nunca deu a mínima.

Wolfestein 2 The New Colossus: A Machine Games usou politicamente o seu jogo para tratar a direita atual como nazista, como por exemplos pelas campanhas "No More Nazis" e "Make America Nazi-Free Again". Em termos de história, na continuação-expansão Youngblood eles escantearam o personagem principal para dar protagonismo às suas duas filhas lacradoras que ninguém se importava.

Todos os casos tratam-se de franquias populares e, até então, bem sucedidas que tiveram seus legados destruídos ao serem usadas por militantes para empurrar uma agenda. O mesmo vale para o cinema, com os casos de Star Wars, Caça-Fantasmas, O Exterminador do Futuro, 11 Homens e um Segredo e As Panteras, por exemplos. O próximo da lista deve ser Piratas do Caribe.

Sobre The Last of Us, o pior é que a lacração nem é o maior problema do 2. Mas é uma enorme palhaçada a tentativa da Naughty Dog, especialmente do Neil Druckmann, em tratar todas as críticas válidas sobre o jogo (especialmente sobre a história e narrativa) como simples "preconceito/-fobia/ódio de direita/etc.".
 
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Vou falar do que eu particularmente joguei
Mass Effect Andromeda: A Bioware c@gou para a história, gameplay e animações faciais do jogo para focar em colocar personagens diversificados e sidequests lacradoras, além de estabelecer somente variações horrorosas na criação de personagem (porque mulher bonita é ofensivo para o resto). Cabe destacar ainda a postura declaradamente contrária às pessoas brancas pelos desenvolvedores.
Joguei Mass Effect Andromeda. O jogo é ruim em termos técnicos, mas não vi nada de diferente em termos de "lacração", o jogo na verdade é bem parecido com Dragon Age Inquisition, que já tinha relacionamentos homoafetivos, mulheres na linha de frente etc. Isso é marca registrada nos games da Bioware.

Acho que é paranoia achar que cortaram a "beleza das mulheres pra lacrar", na verdade as expressões faciais são ruins em todos os personagens.




Battlefield V: A Dice praticou revisionismo histórico sobre a segunda guerra mundial para enfiar mulheres e negros na linha de frente das batalhas. Cabe destacar ainda a postura declaradamente contrária aos gamers pelos desenvolvedores, incluindo os classificar como "uneducated" e a estúpida campanha "Everyone's Battlefield".
Battlefield 5 recebeu rage por conta do primeiro trailer steampunk. Não teve nada a ver com lacração ou mulheres na linha de frente, até porque o BF1 e BF4 já tinham isso há MUITO tempo.



Não vi também absolutamente nada de revisionismo histórico. Vi na verdade uma pretensão de colocar narrativas individuais menores, inspiradas ou não em acontecimentos reais envolvendo (sim) mulheres e minorias étnicas na guerra, que comprovadamente existiram, dentro de um contexto histórico maior e mais real.

Você pode ou não concordar com essa abordagem, dizer que seria melhor a tradicional narrativa da WWII que aprendemos na escola, com pais de família na linha de frente etc. Mas essa foi a escolha dos desenvolvedores, e é válida, nada tem de revisionismo histórico.

Na verdade, se for passar um pente fino em cada jogo com contexto histórico, não sobra um. O problema nunca foi imprecisão histórica, mas quando ela contém alguma coisa (minorias, cof cof) que irrita uma massinha. Abaixo uma lista de games terríveis nessa questão, muitos são clássicos amadissimos por todos essa alt-right que, do dia pra noite, virou purista histórica.


Em BFV, lembro de ter jogado só uma campanha com uma mulher. Existe uma campanha com um senegalez da Tirailleur também.




Além do mais, games não são feitos para serem recriações fidedignas de acontecimentos históricos, nem aqueles que se propõem a isso, como Assassins Creed. A própria mecânica de um jogo é feita para ser divertida, e não real, na maioria dos games. Revisionismo histórico pra mim seria como colocar a URSS como pais democrático, ou negros/judeus em posição de destaque na Alemanha Nazista

Isso que fazem com minorias são só narrativas menores dentro de um contexto histórico maior, minimamente preciso dentro do aceitável em um jogo. O problema de BF5 foi isso aqui:



Se tivessem mostrado isso, como mostraram em BF1, tava tudo certo.

 
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JW_keepwalking

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Vou falar do que eu particularmente joguei

Joguei Mass Effect Andromeda. O jogo é ruim em termos técnicos, mas não vi nada de diferente em termos de "lacração", o jogo na verdade é bem parecido com Dragon Age Inquisition, que já tinha relacionamentos homoafetivos, mulheres na linha de frente etc. Isso é marca registrada nos games da Bioware.

Acho que é paranoia achar que cortaram a "beleza das mulheres pra lacrar", na verdade as expressões faciais são ruins em todos os personagens.





Battlefield 5 recebeu rage por conta do primeiro trailer steampunk. Não teve nada a ver com lacração ou mulheres na linha de frente, até porque o BF1 e BF4 já tinham isso há MUITO tempo.



Não vi também absolutamente nada de revisionismo histórico. Vi na verdade uma pretensão de colocar narrativas individuais menores, inspiradas ou não em acontecimentos reais envolvendo (sim) mulheres e minorias étnicas na guerra, que comprovadamente existiram, dentro de um contexto histórico maior e mais real.

Você pode ou não concordar com essa abordagem, dizer que seria melhor a tradicional narrativa da WWII que aprendemos na escola, com pais de família na linha de frente etc. Mas essa foi a escolha dos desenvolvedores, e é válida, nada tem de revisionismo histórico.

Na verdade, se for passar um pente fino em cada jogo com contexto histórico, não sobra um. O problema nunca foi imprecisão histórica, mas quando ela contém alguma coisa (minorias, cof cof) que irrita uma massinha. Abaixo uma lista de games terríveis nessa questão, muitos são clássicos amadissimos por todos essa alt-right que, do dia pra noite, virou purista histórica.


Em BFV, lembro de ter jogado só uma campanha com uma mulher. Existe uma campanha com um senegalez da Tirailleur também.




Além do mais, games não são feitos para serem recriações fidedignas de acontecimentos históricos, nem aqueles que se propõem a isso, como Assassins Creed. A própria mecânica de um jogo é feita para ser divertida, e não real, na maioria dos games. Revisionismo histórico pra mim seria como colocar a URSS como pais democrático, ou negros/judeus em posição de destaque na Alemanha Nazista

Isso que fazem com minorias são só narrativas menores dentro de um contexto histórico maior, minimamente preciso dentro do aceitável em um jogo. O problema de BF5 foi isso aqui:



Se tivessem mostrado isso, como mostraram em BF1, tava tudo certo.


Você perguntou por exemplos de militância política em games e ignorou o principal ponto da minha resposta: A postura dos estúdios/desenvolvedores no tratamento com seu público alvo (gamers) em geral.

Todos os 4 jogos que citei (+ os filmes também) transmitiram os interesses políticos destas pessoas envolvidas nos projetos, cujas deixaram claro suas ações deliberadamente belicosas contra um determinado grupo (pessoas brancas, como no caso da Bioware - pesquise por Manveer Heir - ou gamers em geral, inconformados com as direções tomadas, sendo classificados simplesmente como "alt right/nazistas/fascistas/preconceituosos/-istas/-fóbicos/qualquer-merd@-que-essa-turminha-inventa", como nos casos da Dice e da Machine, também de forma muito similar ao que o Niel Druckmann e a Naughty Dog estão fazendo). O caso da Arkane tem um cenário um pouco diferente, mas mostra que basta ser dessa patota que pessoas mesmo inexperientes e/ou incompetentes poderão ser envolvidas em projetos para o mesmo fim ideológico.

Sobre o que você citou, somente endereçando que quando falei sobre "a beleza das mulheres como ofensa" no ME Andromeda, não me referi às animações, mas sim às possibilidades de personalização da personagem principal (todas propositalmente feias). Da mesma forma, em nenhum momento falei sobre os romances do jogo, cujas opções homossexuais sempre estiveram presentes em outros de seus jogos e nem por isso foram motivo de críticas pelos gamers e significaram fracassos comerciais (ou a trilogia ME é odiada pelo público?).

O curioso é que, como você mesmo disse, existem N exemplos de jogos que não são fidedignos historicamente, mas mesmo assim são adorados pelos gamers. E aqui você pode considerar qualquer outro aspecto, incluindo jogos com personagens diversificados, missões que podem ser consideradas lacradoras (para um lado) ou ofensivas (para o outro lado), etc. A trilogia Mass Effect, The Last of Us, The Last of Us: Left Behind, Life is Strange, Uncharted 4 são exemplos de jogos com temas e/ou eventos específicos que podem ser considerados lacradores e mesmo assim todos são aclamados pelos gamers, incluindo os tais "alt right", tão usados como alvo/generalização por quem não aceita críticas válidas sobre os trabalhos lançados.

O que difere estes jogos citados dos outros 4 que falei na minha mensagem anterior? Quando a diversidade/mensagem política/ideologia/agenda (chame do que quiser) é colocada como prioridade pelos estúdios, em detrimento do que realmente importa para o jogo (história/narrativa/gameplay/gráficos/arte/etc.), o resultado nunca é bom. Quando o objetivo é o jogo e o estúdio é competente para entregar um produto de qualidade, as lacrações (ou supostas lacrações) jamais irão atrapalhar a sua recepção perante o público.

Há outra coisa a se destacar: A partir do momento que os estúdios passaram a dar prioridade a diversidade como critério de contratação de funcionários em detrimento da competência (ou meritocracia, chame do que quiser), eles passaram a ser suscetíveis a situações como esta (em que a militância é mais importante do que o jogo em si). Na Bioware isso ficou nítido no ME Andromeda e você pode pesquisar para comparar o corpo de funcionários de diversos estúdios entre a década passada e esta (como exemplo a Ubisoft e a Naughty Dog, que possuíam mulheres em posições de extrema responsabilidade justamente na época em que a agenda não era forçada - curiosamente, ambas não estão mais nos estúdios, enquanto a maioria dos funcionários passaram de homens para pessoas coloridas).

Novamente: Diversidade não é ruim, desde que isso não se torne a prioridade em detrimento do que realmente interessa (a competência dos trabalhadores, no caso do estúdio, e a história/narrativa/gameplay/gráficos/arte/etc, no caso dos jogos).

Obs.: O caso de The Last of Us 2 vai muito além da lacração. Nenhum outro exclusivo da Sony jamais sofreu esse tipo de bombardeio de notas ruins no Metacritic. Não são só caixistas que estão indo lá dar nota baixa, não só pessoas que estão com os leaks falsos na cabeça que estão indo lá dar nota baixa, não são só pessoas que não jogaram que estão indo lá dar nota baixa. Neil e a ND sabiam desde o começo que o jogo seria divisivo (esse foi o caminho escolhido por eles e eles falavam sobre isso antes do lançamento) e agora eles agem como se as pessoas que questionam o trabalho feito fizessem parte de um único grupo de ódio gratuito, ignorando completamente as críticas que possam merecer.
 
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O caso de The Last of Us 2 vai muito além da lacração. Nenhum outro exclusivo da Sony jamais sofreu esse tipo de bombardeio de notas ruins no Metacritic. Não são só caixistas que estão indo lá dar nota baixa, não só pessoas que estão com os leaks falsos na cabeça que estão indo lá dar nota baixa, não são só pessoas que não jogaram que estão indo lá dar nota baixa. Neil e a ND sabiam desde o começo que o jogo seria divisivo (esse foi o caminho escolhido por eles e eles falavam sobre isso antes do lançamento) e agora eles agem como se as pessoas que questionam o trabalho feito fizessem parte de um único grupo de ódio gratuito, ignorando completamente as críticas que possam merecer.
O pior é que o jogo não precisava ser tão divisivo assim, por exemplo, tem muita gente que gostou da campanha da Abby e acha que o jogo deveria ter sido focado só nela e na jornada dela como personagem, deixar o plot de vingança e os ******os pro TLoU3.

No demais, chuto que a Sony vai dar um jeito no Cuckman, já é o segundo jogo que ele dirige e que tem várias feitas por ex-funcionários sobre abusos realizados pela empresa.
 

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O pior é que o jogo não precisava ser tão divisivo assim, por exemplo, tem muita gente que gostou da campanha da Abby e acha que o jogo deveria ter sido focado só nela e na jornada dela como personagem, deixar o plot de vingança e os ******os pro TLoU3.

Falando por mim...

Curti bastante o contexto que eles criaram para construir a sequência (um personagem que sofreu com a decisão do Joel no fim do primeiro jogo). Inclusive, eu também curti bastante o fato de eles terem usado uma pessoa ligada ao cirurgião como ponto de partida da história de vingança (a parte da sala de operação é de longe a mais impactante de toda a última parte do jogo pra mim - eu lembro bem que matei o médico e as enfermeiras sem nenhum arrependimento, pois literalmente entendi o Joel nessa parte e só queria salvar a Ellie).

O conceito foi ótimo, já a execução uma bost@.

O primeiro jogo sempre sofreu críticas de uma pequena parte de gamers a respeito da falta de escolha na sua parte final. Nunca tive esse problema, pois jamais vi o Joel puramente como um vilão (um personagem preto, não cinza) e concordei 100% com o que a ND decidiu para o personagem naquele momento. O segundo jogo acabou tendo a mesma situação, só que em maior escala (tem mais gente hoje reclamando da falta de escolha no final neste do que no primeiro jogo). E, entretanto, também não tenho nenhum problema com a decisão da Ellie no final, pois jamais vi a Ellie e a Abby puramente como vilãs (de novo, elas são construídas para ser cinzentas) e concordo 100% com o que a ND decidiu ali naquele momento.

Mas isso é olhando puramente para a decisão final. No caso do primeiro jogo, tudo o que embasou tal momento até ali é uma obra-prima e o final elevou ainda a história (ao ponto de ser o meu jogo favorito). Já no segundo, a decisão da Ellie é uma das poucas coisas coerentes em toda a história, porém, praticamente tudo o que foi construído antes disso (ao menos os pontos-chaves da história e da narrativa) é uma decepção.

A morte do Joel foi um dos maiores desperdícios que eu já vi em qualquer mídia e representou um caminho fácil para o Neil escrever a história (é mais fácil perdoar do que trabalhar para consertar; é mais fácil focar em personagens novos e uma história mais simples envolvendo aquele universo do que desenvolver ainda mais os personagens estabelecidos e suas complexas relações), o jogo foi construído para subverter expectativas por puro valor de choque (mesmo problema que a 8ª temporada de Game of Thrones - "Dany kinda forgot about the Iron Fleet" / "Joel kinda forgot about being a survivor") e o final do jogo mostrou o quanto essa sequência foi inútil e afetou até mesmo o legado do primeiro jogo (com base em duas cenas neste - a conversa Ellie com o Sam na noite antes dele se transformar e a conversa da Ellie com o Joel no rancho após ela fugir de Jackson).

Vou colocar em spoiler abaixo o que entendo que seria o melhor caminho para esta sequência mantendo a mesma ideia de vingança (o que não é o motivo das minhas críticas ao jogo, isso é só por diversão mesmo):

  • Mesma introdução e salto no tempo de 4 anos
  • Jackson começa a ser atacada sem razão aparente
  • Joel descobre que uma milícia chamada WLF é a responsável pelos ataques e que eles estão procurado por ele por causa do massacre no hospital dos Vagalumes
  • Joel se importa com Ellie, Tommy e todos em Jackson, aceita o fato de ter causado sofrimento para as pessoas do WLF e não quer colocar as pessoas que ele ama no meio dessa bagunça. Então ele decide ir embora de Jackson para fazer a cidade segura de novo
  • Tommy está finalmente reconciliado com o irmão e se opõe a esta ideia, mas Joel vai embora mesmo assim e diz para o Tommy cuidar da Ellie não importa o que aconteça
  • Joel não fala nada para a Ellie
  • Ellie descobre que ele foi embora no dia seguinte e decide ir atrás dele, preocupada com ele e desejando entender o que está acontecendo (especialmente porque ela ainda tem que resolver com o ele o que de fato ocorreu no hospital dos Vagalumes)
  • Tommy decide ir com a Ellie para ajudá-la (protegê-la na verdade)
  • Dina e Jesse poderiam também fazer dessa jornada, tentando ajudar tanto a Ellie quanto o Joel a sobreviver à luta contra o WLF
  • Abby e a o grupo dela descobrem que o Joel não está mais em Jackson e começam a caçá-lo
  • Os Seraphites seriam parte importante da história uma vez que o Joel deliberadamente cruzaria o local deles para tentar fisgar o WLF para uma luta entre os grupos e lhe dar um espaço
  • Abby salva o Lev e a Yara da seita (sem o plot estúpido de sofrimento trans)
  • Ellie e o grupo dela finalmente encontram o Joel e eles discutem o que está ocorrendo. Joel se recusa a falar a verdade
  • No meio da guerra, Tommy fica machucado e precisa voltar para Jackson (ou Dina ou/e Jesse acabam morrendo)
  • Joel continua não falando a verdade, tentando fazer a Ellie ficar brava, o deixar sozinho ali e retornar para Jackson com os demais
  • Ellie obviamente fica put@ com o Joel, mas decide permanecer com ele até o fim
  • Dina discute com a Ellie para que ela não fique lá, porém, em vão e acaba retornando para Jackson com Jesse e Tommy (ou qualquer composição dos que ainda estiverem vivos ali)
  • A história segue e Joel e Ellie eventualmente acabam se separando no meio da luta (todos os flashbacks exceção ao que o Joel conta a verdade poderiam ainda fazer parte do jogo normalmente)
  • Abby consegue capturar a Ellie
  • Joel descobre e vai atrás delas
  • Parte final do jogo seria o confronto entre Joel, Ellie, Abby e Lev
  • Abby está devastada pela perda da maioria (ou todos) dos seus amigos no meio dessa busca por vingança
  • Joel reconhece o que ele fez e pede a Abby para deixar a Ellie ir porque ele é o alvo dela
  • Abby concorda e então explica que o pai dela era o cirurgião
  • Ellie finalmente descobre a verdade e fica desesperada para tentar salvar o Joel, tentando fazer a Abby recuar
  • Abby bate no Joel de forma agressiva e quando ela está pronta para matá-lo, ela finalmente entende por que ele fez o que fez
  • Abby chora e recua de sua vingança para que a Ellie não sofra o mesmo trauma que ela sofreu
  • Abby e Lev vão embora em busca dos Vagalumes remanescentes
  • Joel acaba em condição ruim (sei lá, fica cego de um olho e manco de uma perna, de forma que não possa mais agir como antes e até mesmo tenha dor constante)
  • Joel e Ellie conseguem retornar para Jackson
  • Cena final é entre Joel e Ellie, exatamente a mesma do flashback da varanda (sem o estúpido contexto do tiozinho homofóbico lá)
  • Ellie: "I just... I don't think I can ever forgive you for that. But I would like to try."
  • Joel sorri sutilmente: "I'd like that."
  • Ellie: "Okay. I'll see you around."
  • Ellie sai e Joel fica sozinho na varanda tomando café. Fim

Obs. 1: Mesmo com dor e sem as capacidades de antes, a decisão do Joel no fim do primeiro jogo teria tido significado e o fim da Ellie não seria vivendo o seu maior medo (a franquia poderia ser encerrada ali, sem necessidade de um terceiro jogo). E o mais importante, ele estar vivo para aceitar as consequências de sua decisão (o que a Ellie fizesse após descobrir a verdade) seria um caminho mais justo para a história (matá-lo foi a saída fácil).

Obs. 2: A cena da varanda é a melhor coisa de todo o jogo pra mim (incluindo a piada do café - que apesar dos memes, é divertida e aceitável). Ela poderia muito bem ser usada como um definitivo e satisfatório final para o jogo (ou até mesmo para a franquia). Tudo está ali: Ellie sabe a verdade agora > Ellie a entende > Ellie tentará lidar com isso > Ellie ainda ama o Joel > Joel ama Ellie. Memso tipo de final ambíguo do primeiro jogo, mas com um sólido desenvolvimento do que o fez a obra-prima que foi (o relacionamento entre Joel e Ellie), não a história sem propósito que tivemos no 2.

Obs. 3: As ações do Joel como um cara mais solidário e familiar e menos agressivo teriam sido muito mais claras dessa forma (e não da forma estúpida que a ND fez ao desfigurá-lo na cena da morte).

Obs. 4: Mostrar a jornada de vingança da Abby para no fim fazê-la entender as ações do Joel, avaliar toda a dor que este caminho a trouxe e recusando sua própria vingança para preservar a Ellie do mesmo trauma que ele sofreu faria a personagem muito mais interessante e adorada. Isso também reverteria o tom exageradamente sombrio do jogo. No fim, as discussões sobre o jogo não seriam voltadas ao dilema de "qual personagem é o menos desprezível". Pelo contrário, nós estaríamos discutindo "qual é o melhor personagem do universo" (mesmo sabendo que todos são assassinos e propositalmente construídos como cinzas, não heróis nem vilões).

No demais, chuto que a Sony vai dar um jeito no Cuckman, já é o segundo jogo que ele dirige e que tem várias feitas por ex-funcionários sobre abusos realizados pela empresa.

Duvido e duvido muito. O cara é um dos responsáveis pelo "melhor jogo da história" para muita gente (eu incluso) e seu último jogo bateu todos os recordes de vendas de exclusivos no PS4 no primeiro fim de semana. Além disso, ele já conseguiu colocar a Sony em vitrine na HBO com a série que vão fazer (e se a primeira temporada for fiel ao primeiro jogo, ela poderá ser uma das melhores coisas já feitas na televisão). E pior, ele usa as minorias como escudo e provavelmente tem a aceitação da Sony nesse sentido.

No máximo, vão chegar para ele e falar para melhorar a forma como tratar os personagens das minorias, pois as críticas vindas destes grupos serão as únicas ouvidas por ele e pela Sony (todo o resto, eles provavelmente vão ignorar enquanto as vendas forem altas).

Sempre esteve claro que TLOU 2 jamais entraria para o grupo do "quem lacra, não lucra" (ao contrário dos exemplos de jogos e filmes que citei na minha mensagem sobre as mensagens políticas). O que precisamos ver agora é se The Last of Us 2 é o caso de Capitão Marvel, Star Wars ou Batman v Superman.

Capitã Marvel somente fez a bilheteria que fez porque era o último filme antes de Ultimato. Eu mesmo só fui no cinema por causa disso (não queria depender de uma versão pirata de má qualidade). Sem contar as denúncias de salas vazias pagas pela Disney (o que até hoje não sei se é verdade, mas não duvido). TLOU 2 é de certa forma similar, pois suas vendas seriam decorrentes do sucesso do primeiro jogo e do hiato de jogos grandes lançados para o PS4 antes dele.

Star Wars O último Jedi teve grande bilheteria, mas já abaixo do antecessor por causa da má recepção pelo público e sua continuação foi ainda pior por causa do abandono do público à história (em termos da bilheteria esperada para um filme da franquia Star Wars pode até ser considerado um fracasso, mesmo dando lucro).

Já Batman v Superman teve grande bilheteria no primeiro fim de semana, mas depois disso teve um put@ baque nos números por causa da má recepção pelo público e terminou com uma bilheteria aquém do esperado pela WB. Os efeitos negativos também acabaram sendo sentidos na Liga da Justiça, que teve números ainda piores, também pelo abandono do público ao universo.

Nós já sabemos que TLOU 2 fez um grande primeiro final de semana. Agora é esperar para ver se a má recepção pelo público afetará os resultados do jogo já imediatamente ou se isso somente ocorrerá para a sequência (ou qualquer próximo jogo que a ND lançar).

O mais curioso é que eu quero para ontem um TLOU 3 e dependendo do que fizerem até poderia aceitar melhor esse 2, como já falei em outra mensagem aqui. Se a franquia TLOU se encerrar no 2, só provará que foi tudo por nada.
 
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Ginsu2000

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Há outra coisa a se destacar: A partir do momento que os estúdios passaram a dar prioridade a diversidade como critério de contratação de funcionários em detrimento da competência (ou meritocracia, chame do que quiser), eles passaram a ser suscetíveis a situações como esta (em que a militância é mais importante do que o jogo em si). Na Bioware isso ficou nítido no ME Andromeda e você pode pesquisar para comparar o corpo de funcionários de diversos estúdios entre a década passada e esta (como exemplo a Ubisoft e a Naughty Dog, que possuíam mulheres em posições de extrema responsabilidade justamente na época em que a agenda não era forçada - curiosamente, ambas não estão mais nos estúdios, enquanto a maioria dos funcionários passaram de homens para pessoas coloridas).
Isso está escancarado pra qualquer desenvolvedora grande.

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Zangfs

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Acho que o jogo seria muito melhor se houvessem múltiplos finais, dando a possibilidade dos jogadores de decidirem a forma como o enredo caminha. Eliminaria muito a insatisfação do público e re-jogar o titulo seria mais recompensador.
 

marcelomorgado

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Acho que o jogo seria muito melhor se houvessem múltiplos finais, dando a possibilidade dos jogadores de decidirem a forma como o enredo caminha. Eliminaria muito a insatisfação do público e re-jogar o titulo seria mais recompensador.

mano last of us mano

jogo de zombie sem zoombi

R$ 250 reais para 8 horas de duração UIHJDASHUJIASIDHUJASDHJI

geral vendendo o jogo na OLX com 3 dias de uso KKKKKKKKKKKKKKK
 

Zangfs

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Pois é, um jogo AAA custando R$ 250, tendo 7+ anos de desenvolvimento para isso? É frustrante, e quem pagou tem sim que reclamar para que isso não se repita futuramente.
 

marcelomorgado

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Pois é, um jogo AAA custando R$ 250, tendo 7+ anos de desenvolvimento para isso? É frustrante, e quem pagou tem sim que reclamar para que isso não se repita futuramente.

essa galera confia fielmente nos analistas gamers, tem que tomar no C344 mesmo

a sony compra nota de FILMES que ela produz, não acham que ela não compraria nota de jornalistas ? a coisa mais facil do mundo...


essa galera merece o jogo que tem, merece pagar caro por 8 horas de jogatina.
 

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