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#Discussão&Debate The Last of Us: Part II - lançamento 19 de junho de 2020

Antonio Neto

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pois é, FATO, absoluto! Mas a galera progressista entra na onda e finge demência, pra justificar que foi tudo com a maior naturalidade do mundo. Aham!!
Que o jogo é progressista isso não é segredo pra ninguém.

Agora, se alguém se choca com lesbianismo, maconha, mulher forte... precisa sair mais do quarto e encarar o mundo.
 

Antonio Neto

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Foi o que percebi também, tlou 1 a historia principal é sobre o apocalipse a relação Joel e ellie é plano de fundo. Tlou 2 é uma grande novela com o apocalipse de fundo.
Nenhuma história de apocalipse, zumbi, tem foco nisso. Tudo é pretexto pra se mostrar as relações humanas, as reações das pessoas, diante das dificuldades.

Pode pegar Walking Dead, a gente nem sabe o que provocou aquilo. Ensaio sobre a Cegueira, a cegueira vem e vai sem explicação. Y The Last Man, tem umas 3 explicações e nenhuma dela é confirmada ou importa no fim das contas. TLOU1 explica de onde veio, mas é totalmente focado no histórico do Joel e sua relação com Ellie. Poderia ser sobre um contrabandista levando uma escrava sexual pro oriente médio, daria na mesma.
 

Atemu

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Nenhuma história de apocalipse, zumbi, tem foco nisso. Tudo é pretexto pra se mostrar as relações humanas, as reações das pessoas, diante das dificuldades.

Pode pegar Walking Dead, a gente nem sabe o que provocou aquilo. Ensaio sobre a Cegueira, a cegueira vem e vai sem explicação. Y The Last Man, tem umas 3 explicações e nenhuma dela é confirmada ou importa no fim das contas. TLOU1 explica de onde veio, mas é totalmente focado no histórico do Joel e sua relação com Ellie. Poderia ser sobre um contrabandista levando uma escrava sexual pro oriente médio, daria na mesma.
Esse foi um dos motivos que dropei The Walking Dead. Por isso ainda prefiro Resident Evil, eles ao menos fazem questão de explicar como tudo aconteceu, quem é o responsável. Ficar vendo novela com zumbi de fundo não me interessa.
 

Antonio Neto

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Esse foi um dos motivos que dropei The Walking Dead. Por isso ainda prefiro Resident Evil, eles ao menos fazem questão de explicar como tudo aconteceu, quem é o responsável. Ficar vendo novela com zumbi de fundo não me interessa.
Isso porque Walking Dead é um quadrinho (que virou série, e jogos), 100% história. Resident Evil é jogo, com foco no gameplay. Mídias diferentes com necessidades diferentes, propostas diferentes.
 

Grego

Novato
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Que o jogo é progressista isso não é segredo pra ninguém.

Agora, se alguém se choca com lesbianismo, maconha, mulher forte... precisa sair mais do quarto e encarar o mundo.
mas aí que tá, quem é progressista finge que não, que é normal, que nada foi feito forçado, com agenda em mente.

E segundo, ninguém absolutamente ninguém se chocou com mulher forte, esse argumento só é utilizado por progressistas para desqualificar quem não gostou de terem empurrado agenda!

Tipo o lance de "não gostam de ver pobre no avião e na universidade". Não, absolutamente ninguém tem esse pensamento, mas usam isso dentro de suas bolhas por motivos óbvios de provocação.

ps: quando digo "absolutamente ninguém" é lógico que todo comportamento humano tem suas exceções, tipo uma dondoca fora da realidade e por aí vai.
 

JW_keepwalking

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@JW_keepwalking eu simplesmente não consigo concordar. Joel morrer é totalmente compatível com a história, e também é genial por apelar ao sentimento de revolta do próprio jogador.

Bem, vamos concordar em discordar então. Na minha opinião, a morte dele não somente foi feita com o propósito subverter expectativas por valor de choque como também foi pessimamente executada (precisaram desfigurar tanto o Joel quanto o Tommy na cena para ela ocorrer) e representou um caminho facíl para o Neil e a ND escreverem a história.

O background com a Abby e o pai dela também achei bom. Orra, imagine seu pai trabalhando para uma cura para a humanidade, sofrendo os dilemas, mas aparece um contrabandista assassino e mata ele por egoísmo.

Não reclamei de nada sobre o background da Abby e sua motivação, pelo contrário, gostei do que a ND propôs. Então aqui concordamos, exceção pela parte em que você generaliza o "mata ele por egoísmo" (pois isso é só na perspectiva da Abby e dos Vagalumes). Da mesma forma que a Abby não pode ser tratada como uma pura vilã, mas sim humana, o mesmo vale para o Joel e sua decisão no fim do primeiro jogo.

Deixar o Joel vivo seria sim um caminho fácil. Manter o personagem famoso vivo e ficar inventando história com ele até ele morrer de velho. Isso sim é comodismo. Eu só consigo interpretar as reclamações como "meu personagem favorito não pode morrer".

Estou falando do ponto de vista do escritor (o trabalho em criar a história), não da história em si (matar um protagonista e personagem querido é sempre um movimento controverso - tem gente que acha isso automaticamente corajoso, mas eu acho controverso uma palavra mais adequada). É muito mais fácil matar o personagem estabelecido e criar uma linha de narrativa mais cômoda (no caso, o plot de vingança) com novos personagens, e sequer os desenvolvendo adequadamente, e ignorar toda a complexidade que o desenvolvimento deste personagem principal com os demais que também estavam estabelecidos poderia levar.

O único caso em que eu concordaria que manter ele vivo representaria o caminho fácil seria se a ND fizesse um jogo que ignorasse completamente a mentira do final do primeiro jogo e as consequências na relação entre ele e a Ellie (ou resolvesse isso rapidamente ou diminuísse o peso desse dilema) e focasse em uma nova história/aventura qualquer com eles.

E minhas reclamações sobre a morte do Joel são objetivas (a subversão de expectativas por si só, a desfiguração de personagens e a opção pelo caminho mais fácil). Pô, não venha com essa bobagem de "mimimi não aceito que meu personagem favorito morreu mimimi". Daqui a pouco você vai me dar carteirada sobre "você não entendeu o jogo, você não entendeu nem o primeiro jogo". :icon-lolsuper:

Isso de "tudo foi em vão" quer dizer o que? Porque o Joel já caggou na chance de uma vacina (que, diga-se de passagem, mal teria capacidade de ser produzida em massa e de ser transportada resfriada por aí). Tudo se resume às relações pessoais e como as pessoas reagem, a verdadeira graça de toda e qualquer história de zumbi/apocalipse. E quem jogou tudo fora foi a Ellie, trocou tudo por uma vingança.

O "tudo foi em vão" diz respeito ao que realmente interessa à franquia The Last of Us: O relacionamento entre Joel e Ellie.

Conversa entre Ellie e Joel no primeiro jogo (quando ela foge de Jackson e vai para o rancho):
Ellie: Sinto muito pela sua filha, Joel. Mas também perdi pessoas.
Joel: Você não sabe o que é perder.
Ellie: Todos que eu gostava morreram ou me deixaram. Todos... Menos você. Então não diga que eu estaria mais segura com outra pessoa, porque na verdade eu só estaria com mais medo.

Conversa entre Ellie e Sam no primeiro jogo (na noite antes de ele se transformar):
Sam: Como é que você nunca tem medo?
Ellie: Quem disse que eu não tenho?
Sam: Do que você tem medo?
Ellie: Vamos ver... Os escorpiões são muito assustadores. Hã... Ficar sozinha. Tenho medo de terminar sozinha.

Conversa entre Ellie e Joel após a cena das girafas no primeiro jogo:
Joel: Não temos que fazer isso. Sabe disso, não sabe?
Ellie: E que opção temos?
Joel: Voltamos para o Tommy... Esquecemos essa merd@ toda.
Ellie: Depois de tudo o que passamos, depois de tudo o que eu fiz. Não pode ser em vão.

Conversa entre Ellie e Joel no final do primeiro jogo:
Ellie: Ainda estou esperando a minha vez.
Joel: Ellie...
Ellie: O nome dela era Riley, e ela foi a primeira a morrer. E depois foi a Tess. E depois o Sam.
Joel: Nada disso foi culpa sua.
Ellie: Não, você não entende.
Joel: Tive que lutar muito para sobreviver. E você... Não importa o que aconteça, você sempre está lutando por algo.

..................

Agora pula para o segundo jogo... Joel morreu e a Ellie terminou sozinha.

Não se trata de merecer ou não merecer esta situação (questão subjetiva - o que, aí sim, você poderia me criticar falando que eu somente não gostei da história porque não foi do jeito que eu queria), mas sim sobre o propósito da história.

A Ellie queria que a morte dela tivesse significado (na criação da vacina, enfim na facilitação para controlar a pandemia). O Joel supostamente tirou isso dela ("supostamente", pois não era certeza que os Vagalumes conseguiriam criar a vacina e muito menos resolver toda a pandemia), então ela ficou put@ com ele. Até aí, tudo bem. O Joel morre e ela joga fora tudo o que construiu naqueles 4 anos (vida em Jackson e relacionamento com a Dina, principalmente) por causa de vingança, terminando na situação que mais temia. Tudo bem de novo (a história é do Neil, não minha), porém, e aí?

Por isso gostaria de ter um TLOU 3 para ontem e poderia até mesmo aceitar melhor o 2 (mesmo com as demais críticas que tenho sobre a história/narrativa). A Ellie deveria finalmente entender que a) a vida dela pode ter um significado (e não a sua morte); b) que ela pode viver sem medo e sem o Joel; e c) que ela deve encontrar algo novo para continuar lutando. Isso sim seria uma história construída com começo, meio e fim e um propósito. Do jeito que o 2 encerrou, se este for o fim da franquia, então foi tudo em vão mesmo (o final é ambíguo sobre o futuro da Ellie e já vi o Neil usando isso como desculpa para justificar que estes 3 pontos foram endereçados e/ou podem ser imaginados pela audiência - o que não concordo).


Enfim, se até o 1 que costuma ser "idolatrado" já tem gente que reclama do fim, sinto que daqui pra frente a nossa conversa vai cair no subjetivo e não ir a lugar nenhum.

Foi o que eu disse. A diferença é que a parcela de gamers que não gostou do final do primeiro jogo (seja da falta de escolha na parte do hospital ou sobre o próprio final em si) é muito menor do que a quantidade de gente insatisfeita com o segundo (o que, por si só não é o demérito, mas só para efeito de comparação). E, como falei, no meu caso em específico, ambas as decisões finais (do Joel no hospital e da Ellie contra a Abby) me agradaram. O problema do segundo jogo está na construção até aquele momento e o final depois da decisão.

O curioso é que, enquanto eu não tenho nenhum interesse em mudar sua cabeça (na verdade, tenho inveja de todo mundo que gostou do jogo), eu adoraria que você, ou qualquer outro que tenha gostado do jogo ( bollao @bollao também, sei que você curtiu aqui), me fizesse mudar de ideia. Desde o lançamento do jogo, praticamente estou brigando comigo mesmo para gostar do jogo 🙁. O primeiro é o meu jogo favorito e, por enquanto, não consigo deixar de considerar esse novo uma put@ decepção. Então se vocês dois (ou qualquer outro user) aí tiverem interesse e disposição, gostaria muito de ler objetivamente tudo o que vocês gostaram na história/narrativa (nem precisa falar sobre o gameplay, porque eu curti pra c@ralho).
 

bollao

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Eu já coloquei minhas impressões. Eu prefiro o 2o jogo ao primeiro. Me impactou mais, acho corajoso, e muito mais complexo.

Já disse que isso de descaracterizar é balela. Por coincidência ou obviedade, Neil confirmou através de um spoilercast com o Kindafunny: Joel encontrou uma segunda chance e está vivendo ela, anos após os aconcimentos do primeiro, numa comunidade pacífica, que tem como únicos inimigos os infectados. Joel salva Abby e cruza com sua trupe na fuga. Percebe uma emboscada já quando vai acontecer. Ñ vi qualquer facilidade no roteiro aí. Ele fazia a patrulha em Jackson quando Abby se aproximava e foi atacada.

Abby tem os motivos de se vingar. Ellie tem seus motivos para se vingar. Ambas perdem muito com suas vinganças e ambas recuam quando percebem isso, Abby no teatro e Ellie na praia.
 

Cavenag

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Joguei muito devagar, procurando tudo pelo cenário e, após entediantes 30hrs, zerei o jogo somente para ficar decepcionado com toda a história.

Vou tentar resumir o que achei, pois minhas impressões sobre o jogo foram quase que todas iguais as do user JW_keepwalking.

Não tive nenhum satisfação com a história desse jogo. Esse plot simplista de vingança não me agradou. E isso se arrasta o jogo inteiro, não acontece nada de interessante para melhorar a trama. Bom até acontece, mas dura muito pouco.

O jogo é grande demais. Geralmente eu acho isso bom, mais tempo jogando, mas no caso do TLOU 2 com essa história desinteressante fica maçante rapidamente.

Eu simplesmente não acredito que durante todo o jogo a Abby não revelou para a Ellie que quis se vingar do Joel pq ele matou seu pai no hospital. O último capítulo na minha opinião é totalmente descartável, poderia ter acabado na parte do teatro com essa revelação da Abby para a Ellie, que acabaria entendendo o pq da Abby querer matar o Joel. A Ellie se comoveria com todo o sofrimento que o Joel impôs a Abby e desistiria de sua vingança e ficaria em paz. Fim.

Mas não, os caras querem deixar tudo o mais violento possível. Criaram um ultimo capítulo nada a ver somente para que a Ellie lutasse com a Abby novamente. No final, a Abby está fraca por ter sido presa e apenas quer ir embora. Aí desperdiçando outra chance de revelar o motivo de sua vingança, tendo todo tempo pra isso, decide lutar. Como eu disse acima, isso evitaria a luta.

E meu Deus que p.orcaria de luta no ponto de vista do gameplay. Se resume a esquivar 3x, bater 3x, e marretar o quadrado nos intervalos e isso se repete umas 3 ou 4 vezes. Até as animações do todas as pancadas são as mesmas, coisa sem inspiração e artificial demais.

A única coisa que achei interessante foi a treta do Lev e a Yara, os únicos personagens que conseguiram manter minha empatia por eles. Por mim podiam morrer todos os outros, inclusive a Ellie e a Abby pois eu não estava mais dando a mínima pra elas. Mas alás, a Yara teve que morrer, tornando toda a quest para salvá-la inútil. Tudo tem que acabar em desgraça nesse jogo, não é Druckmann?

E por fim, uma coisa que me incomodou bastante foi ter que matar cães. O aparentemente doente do Druckmann achou legal colocar cachorros como inimigos. Em qual universo é legal vc ter que matar dezenas de cães, mesmo que sua vida dependa disso? Ainda por cima fez questão de fazer os animais gemerem de dor. E diferente do que os gameplays nos fizeram pensar, eles não acrescentam nada, não fariam falta nenhuma se não existissem. Mais uma coisa de muito mal gosto nesse jogo.

O jogo é tecnicamente excelente, mas com uma história fraquíssima. Quiseram chocar o jogador na base da violência mas a execução foi péssima.

Eu fiz um esforço tremendo para gostar desse jogo, ignorei todas as agendas políticas, mas não teve jeito. Pram mim o jogo é ruim mesmo por ter uma história muito fraca e pronto.

TLOU é um jogaço memorável! O TLOU2 é apenas mais um jogo completamente esquecível.
 

John Candy

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Joguei muito devagar, procurando tudo pelo cenário e, após entediantes 30hrs, zerei o jogo somente para ficar decepcionado com toda a história.

Vou tentar resumir o que achei, pois minhas impressões sobre o jogo foram quase que todas iguais as do user JW_keepwalking.

Não tive nenhum satisfação com a história desse jogo. Esse plot simplista de vingança não me agradou. E isso se arrasta o jogo inteiro, não acontece nada de interessante para melhorar a trama. Bom até acontece, mas dura muito pouco.

O jogo é grande demais. Geralmente eu acho isso bom, mais tempo jogando, mas no caso do TLOU 2 com essa história desinteressante fica maçante rapidamente.

Eu simplesmente não acredito que durante todo o jogo a Abby não revelou para a Ellie que quis se vingar do Joel pq ele matou seu pai no hospital. O último capítulo na minha opinião é totalmente descartável, poderia ter acabado na parte do teatro com essa revelação da Abby para a Ellie, que acabaria entendendo o pq da Abby querer matar o Joel. A Ellie se comoveria com todo o sofrimento que o Joel impôs a Abby e desistiria de sua vingança e ficaria em paz. Fim.

Mas não, os caras querem deixar tudo o mais violento possível. Criaram um ultimo capítulo nada a ver somente para que a Ellie lutasse com a Abby novamente. No final, a Abby está fraca por ter sido presa e apenas quer ir embora. Aí desperdiçando outra chance de revelar o motivo de sua vingança, tendo todo tempo pra isso, decide lutar. Como eu disse acima, isso evitaria a luta.

E meu Deus que p.orcaria de luta no ponto de vista do gameplay. Se resume a esquivar 3x, bater 3x, e marretar o quadrado nos intervalos e isso se repete umas 3 ou 4 vezes. Até as animações do todas as pancadas são as mesmas, coisa sem inspiração e artificial demais.

A única coisa que achei interessante foi a treta do Lev e a Yara, os únicos personagens que conseguiram manter minha empatia por eles. Por mim podiam morrer todos os outros, inclusive a Ellie e a Abby pois eu não estava mais dando a mínima pra elas. Mas alás, a Yara teve que morrer, tornando toda a quest para salvá-la inútil. Tudo tem que acabar em desgraça nesse jogo, não é Druckmann?

E por fim, uma coisa que me incomodou bastante foi ter que matar cães. O aparentemente doente do Druckmann achou legal colocar cachorros como inimigos. Em qual universo é legal vc ter que matar dezenas de cães, mesmo que sua vida dependa disso? Ainda por cima fez questão de fazer os animais gemerem de dor. E diferente do que os gameplays nos fizeram pensar, eles não acrescentam nada, não fariam falta nenhuma se não existissem. Mais uma coisa de muito mal gosto nesse jogo.

O jogo é tecnicamente excelente, mas com uma história fraquíssima. Quiseram chocar o jogador na base da violência mas a execução foi péssima.

Eu fiz um esforço tremendo para gostar desse jogo, ignorei todas as agendas políticas, mas não teve jeito. Pram mim o jogo é ruim mesmo por ter uma história muito fraca e pronto.

TLOU é um jogaço memorável! O TLOU2 é apenas mais um jogo completamente esquecível.
Cara, concordo com você em praticamente tudo. Cada vez que avançava no jogo me sentia cada vez mais decepcionado e desinteressado. O jogo tinha tudo pra ser marcante como o primeiro, mas pra mim é só um jogo bom e nada demais.

Pra mim, foi uma sequencia desperdiçada, todas as sequencia dos Uncharted eu me sentia satisfeito no final, com esse o sentimento foi o oposto. E não digo isso justamente por causa
da morte gratuita do Joel
, digo no geral mesmo.
 
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JW_keepwalking

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Não tive nenhum satisfação com a história desse jogo. Esse plot simplista de vingança não me agradou. E isso se arrasta o jogo inteiro, não acontece nada de interessante para melhorar a trama. Bom até acontece, mas dura muito pouco.

O jogo é grande demais. Geralmente eu acho isso bom, mais tempo jogando, mas no caso do TLOU 2 com essa história desinteressante fica maçante rapidamente.

Eu simplesmente não acredito que durante todo o jogo a Abby não revelou para a Ellie que quis se vingar do Joel pq ele matou seu pai no hospital. O último capítulo na minha opinião é totalmente descartável, poderia ter acabado na parte do teatro com essa revelação da Abby para a Ellie, que acabaria entendendo o pq da Abby querer matar o Joel. A Ellie se comoveria com todo o sofrimento que o Joel impôs a Abby e desistiria de sua vingança e ficaria em paz. Fim.

Mas não, os caras querem deixar tudo o mais violento possível. Criaram um ultimo capítulo nada a ver somente para que a Ellie lutasse com a Abby novamente. No final, a Abby está fraca por ter sido presa e apenas quer ir embora. Aí desperdiçando outra chance de revelar o motivo de sua vingança, tendo todo tempo pra isso, decide lutar. Como eu disse acima, isso evitaria a luta.

E meu Deus que p.orcaria de luta no ponto de vista do gameplay. Se resume a esquivar 3x, bater 3x, e marretar o quadrado nos intervalos e isso se repete umas 3 ou 4 vezes. Até as animações do todas as pancadas são as mesmas, coisa sem inspiração e artificial demais.

A única coisa que achei interessante foi a treta do Lev e a Yara, os únicos personagens que conseguiram manter minha empatia por eles. Por mim podiam morrer todos os outros, inclusive a Ellie e a Abby pois eu não estava mais dando a mínima pra elas. Mas alás, a Yara teve que morrer, tornando toda a quest para salvá-la inútil. Tudo tem que acabar em desgraça nesse jogo, não é Druckmann?

E por fim, uma coisa que me incomodou bastante foi ter que matar cães. O aparentemente doente do Druckmann achou legal colocar cachorros como inimigos. Em qual universo é legal vc ter que matar dezenas de cães, mesmo que sua vida dependa disso? Ainda por cima fez questão de fazer os animais gemerem de dor. E diferente do que os gameplays nos fizeram pensar, eles não acrescentam nada, não fariam falta nenhuma se não existissem. Mais uma coisa de muito mal gosto nesse jogo.

O jogo é tecnicamente excelente, mas com uma história fraquíssima. Quiseram chocar o jogador na base da violência mas a execução foi péssima.

Eu fiz um esforço tremendo para gostar desse jogo, ignorei todas as agendas políticas, mas não teve jeito. Pram mim o jogo é ruim mesmo por ter uma história muito fraca e pronto.

TLOU é um jogaço memorável! O TLOU2 é apenas mais um jogo completamente esquecível.

 

Henrico D. Santo

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Vou tentar resumir o que achei, pois minhas impressões sobre o jogo foram quase que todas iguais as do user JW_keepwalking.

Não tive nenhum satisfação com a história desse jogo. Esse plot simplista de vingança não me agradou. E isso se arrasta o jogo inteiro, não acontece nada de interessante para melhorar a trama. Bom até acontece, mas dura muito pouco.

O jogo é grande demais. Geralmente eu acho isso bom, mais tempo jogando, mas no caso do TLOU 2 com essa história desinteressante fica maçante rapidamente.

Eu simplesmente não acredito que durante todo o jogo a Abby não revelou para a Ellie que quis se vingar do Joel pq ele matou seu pai no hospital. O último capítulo na minha opinião é totalmente descartável, poderia ter acabado na parte do teatro com essa revelação da Abby para a Ellie, que acabaria entendendo o pq da Abby querer matar o Joel. A Ellie se comoveria com todo o sofrimento que o Joel impôs a Abby e desistiria de sua vingança e ficaria em paz. Fim.

Mas não, os caras querem deixar tudo o mais violento possível. Criaram um ultimo capítulo nada a ver somente para que a Ellie lutasse com a Abby novamente. No final, a Abby está fraca por ter sido presa e apenas quer ir embora. Aí desperdiçando outra chance de revelar o motivo de sua vingança, tendo todo tempo pra isso, decide lutar. Como eu disse acima, isso evitaria a luta.

E meu Deus que p.orcaria de luta no ponto de vista do gameplay. Se resume a esquivar 3x, bater 3x, e marretar o quadrado nos intervalos e isso se repete umas 3 ou 4 vezes. Até as animações do todas as pancadas são as mesmas, coisa sem inspiração e artificial demais.

A única coisa que achei interessante foi a treta do Lev e a Yara, os únicos personagens que conseguiram manter minha empatia por eles. Por mim podiam morrer todos os outros, inclusive a Ellie e a Abby pois eu não estava mais dando a mínima pra elas. Mas alás, a Yara teve que morrer, tornando toda a quest para salvá-la inútil. Tudo tem que acabar em desgraça nesse jogo, não é Druckmann?

E por fim, uma coisa que me incomodou bastante foi ter que matar cães. O aparentemente doente do Druckmann achou legal colocar cachorros como inimigos. Em qual universo é legal vc ter que matar dezenas de cães, mesmo que sua vida dependa disso? Ainda por cima fez questão de fazer os animais gemerem de dor. E diferente do que os gameplays nos fizeram pensar, eles não acrescentam nada, não fariam falta nenhuma se não existissem. Mais uma coisa de muito mal gosto nesse jogo.

O jogo é tecnicamente excelente, mas com uma história fraquíssima. Quiseram chocar o jogador na base da violência mas a execução foi péssima.

Eu fiz um esforço tremendo para gostar desse jogo, ignorei todas as agendas políticas, mas não teve jeito. Pram mim o jogo é ruim mesmo por ter uma história muito fraca e pronto.

TLOU é um jogaço memorável! O TLOU2 é apenas mais um jogo completamente esquecível.

Olha, vim comentar somente por conta dos cães.

Entendo o terror de matar os bichanos, eu mesmo consultei spoilers do Metal Gear V pra saber se o dog ia morrer ou não pq eu ficaria sem continuar a jogar... mas ao mesmo tempo acho bizarro em ficar com essa resistência, afinal, é só um jogo.

Se fosse assim eu nem jogaria mais Far Cry e Assassins Creed.

Concordo com toda essa ***** progressista deixa alguns games idiotas, essa militância sem sentido e que logo passa... por isso nem dou bola para essas obras.

Mas falar que o jogo é ruim em partes por ter que matar cães.

Aí não né?
 

Spunck

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Não tive nenhum satisfação com a história desse jogo. Esse plot simplista de vingança não me agradou. E isso se arrasta o jogo inteiro, não acontece nada de interessante para melhorar a trama. Bom até acontece, mas dura muito pouco.

O jogo é grande demais. Geralmente eu acho isso bom, mais tempo jogando, mas no caso do TLOU 2 com essa história desinteressante fica maçante rapidamente.

Eu simplesmente não acredito que durante todo o jogo a Abby não revelou para a Ellie que quis se vingar do Joel pq ele matou seu pai no hospital. O último capítulo na minha opinião é totalmente descartável, poderia ter acabado na parte do teatro com essa revelação da Abby para a Ellie, que acabaria entendendo o pq da Abby querer matar o Joel. A Ellie se comoveria com todo o sofrimento que o Joel impôs a Abby e desistiria de sua vingança e ficaria em paz. Fim.

Mas não, os caras querem deixar tudo o mais violento possível. Criaram um ultimo capítulo nada a ver somente para que a Ellie lutasse com a Abby novamente. No final, a Abby está fraca por ter sido presa e apenas quer ir embora. Aí desperdiçando outra chance de revelar o motivo de sua vingança, tendo todo tempo pra isso, decide lutar. Como eu disse acima, isso evitaria a luta.

E meu Deus que p.orcaria de luta no ponto de vista do gameplay. Se resume a esquivar 3x, bater 3x, e marretar o quadrado nos intervalos e isso se repete umas 3 ou 4 vezes. Até as animações do todas as pancadas são as mesmas, coisa sem inspiração e artificial demais.

A única coisa que achei interessante foi a treta do Lev e a Yara, os únicos personagens que conseguiram manter minha empatia por eles. Por mim podiam morrer todos os outros, inclusive a Ellie e a Abby pois eu não estava mais dando a mínima pra elas. Mas alás, a Yara teve que morrer, tornando toda a quest para salvá-la inútil. Tudo tem que acabar em desgraça nesse jogo, não é Druckmann?

E por fim, uma coisa que me incomodou bastante foi ter que matar cães. O aparentemente doente do Druckmann achou legal colocar cachorros como inimigos. Em qual universo é legal vc ter que matar dezenas de cães, mesmo que sua vida dependa disso? Ainda por cima fez questão de fazer os animais gemerem de dor. E diferente do que os gameplays nos fizeram pensar, eles não acrescentam nada, não fariam falta nenhuma se não existissem. Mais uma coisa de muito mal gosto nesse jogo.

O jogo é tecnicamente excelente, mas com uma história fraquíssima. Quiseram chocar o jogador na base da violência mas a execução foi péssima.

Eu fiz um esforço tremendo para gostar desse jogo, ignorei todas as agendas políticas, mas não teve jeito. Pram mim o jogo é ruim mesmo por ter uma história muito fraca e pronto.

TLOU é um jogaço memorável! O TLOU2 é apenas mais um jogo completamente esquecível.
Eu estou com o jogo desde o lançamento, até o momento joguei 7h, eu me decepcionei bastante com o jogo também, isso que não estou nem na metade, mas também não empolga em nada a continuar, até o death stranding que o povo fala que é chatissimo me prendeu pela história, o last 2 é um ótimo jogo com uma história de merd@, eu geralmente compro sempre as edições de colecionador ou estátuas dos games que gosto, tenho do kratos, da aloy, do crash, do ratchet, de quase todos assassinos dos assassins, do master chief, marcus fenix, dessa aí o bom que vou passar longe, agora sobre matar os cachorros se fosse assim não jogaria resident evil.
 
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Eu estou com o jogo desde o lançamento, até o momento joguei 7h, eu me decepcionei bastante com o jogo também, isso que não estou nem na metade, mas também não empolga em nada a continuar, até o death stranding que o povo fala que é chatissimo me prendeu pela história, o last 2 é um ótimo jogo com uma história de merd@, eu geralmente compro sempre as edições de colecionador ou estátuas dos games que gosto, tenho do kratos, da aloy, do crash, do ratchet, de quase todos assassinos dos assassins, do master chief, marcus fenix, dessa aí o bom que vou passar longe, agora sobre matar os cachorros se fosse assim não jogaria resident evil.
7 horas, espera só até jogar com a mina bombada pra valer :icon-lol:
 

JW_keepwalking

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Eu já coloquei minhas impressões. Eu prefiro o 2o jogo ao primeiro. Me impactou mais, acho corajoso, e muito mais complexo.

Já disse que isso de descaracterizar é balela. Por coincidência ou obviedade, Neil confirmou através de um spoilercast com o Kindafunny: Joel encontrou uma segunda chance e está vivendo ela, anos após os aconcimentos do primeiro, numa comunidade pacífica, que tem como únicos inimigos os infectados. Joel salva Abby e cruza com sua trupe na fuga. Percebe uma emboscada já quando vai acontecer. Ñ vi qualquer facilidade no roteiro aí. Ele fazia a patrulha em Jackson quando Abby se aproximava e foi atacada.

Abby tem os motivos de se vingar. Ellie tem seus motivos para se vingar. Ambas perdem muito com suas vinganças e ambas recuam quando percebem isso, Abby no teatro e Ellie na praia.

Fico feliz mesmo que tenha curtido o jogo e gostaria de poder dizer o mesmo. De verdade. Não estou te respondendo com o intuito de discutir (não quero mudar sua opinião), mas somente para endereçar a descaracterização do Joel (de novo, sendo objetivo)...

O argumento do Neil Druckmann infelizmente não faz sentido de acordo com a própria obra que ele criou. Afinal, a vida dele era normal/pacífica antes da pandemia e da morte da Sarah e a personalidade dele já havia sido estabelecida.

O Neil pode até dizer que era uma vida difícil (trabalhar e cuidar/sustentar uma filha sozinho, óbvio), mas é claro que nada seria comparável ao que ocorre após a morte dela. Porque logo no começo do jogo, durante o estouro da epidemia, a personalidade do Joel já fica evidente, uma vez que ele atira para matar o vizinho que estava supostamente "louco" (não se sabia nada sobre o fungo naquele momento) e não deixa o Tommy parar o carro para ajudar estranhos na rua (mesmo com os pedidos da Sarah para tal).

Essa É a personalidade padrão do Joel (cuidadosa, defensiva e até mesmo egoísta e violenta), estabelecida pela Naughty Dog. Com a morte da Sarah e os 20 anos passados, essa personalidade obviamente seria expandida (ou seja, ele se tornaria ainda mais cuidadoso, defensivo, egoísta e violento), o que de fato é o que a ND apresentou.

Mesmo no final do primeiro jogo, quando já vemos um Joel mais feliz e caridoso com a Ellie, e até mesmo pulando 4 anos em uma vida novamente quase-normal/quase-pacífica em uma comunidade, isso obviamente o faria diminuir essas características, porém, JAMAIS o faria reverter completamente sua personalidade base ao ponto de ela ser completamente ignorada como na cena da morte. Ele, no mínimo (sendo generoso e considerando que os 4 anos de tranquilidade teriam revertido os 20 anos de sofrimento), teria que agir da mesma forma que no começo do primeiro jogo.

Eu entendo que a história é do criador (no caso, o Neil) e não minha. Então, ele pode fazer o que bem quiser com ela, porém, se ele não for competente o suficiente, no fim, os personagens acabam destruídos. Foi isso o que infelizmente aconteceu nesse caso.
 

Cavenag

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Eu estou com o jogo desde o lançamento, até o momento joguei 7h, eu me decepcionei bastante com o jogo também, isso que não estou nem na metade, mas também não empolga em nada a continuar, até o death stranding que o povo fala que é chatissimo me prendeu pela história, o last 2 é um ótimo jogo com uma história de merd@, eu geralmente compro sempre as edições de colecionador ou estátuas dos games que gosto, tenho do kratos, da aloy, do crash, do ratchet, de quase todos assassinos dos assassins, do master chief, marcus fenix, dessa aí o bom que vou passar longe, agora sobre matar os cachorros se fosse assim não jogaria resident evil.
Mas no RE eu não senti incomodo pois os cachorros viraram monstros, estão infectados. Os cães do TLOU são treinados para atacar, mais ainda são cães dóceis e tudo mais, isso me deixou muito incomodado.

E respondendo tb ao user Henrico D. Santo, eu não disse que o jogo é ruim pq vc tem que matar cães, mas sim que é ruim pq a história é ruim mesmo.

Essa questão dos cães é uma coisa pessoal que me incomodou, só citei por isso.
 

bollao

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Fico feliz mesmo que tenha curtido o jogo e gostaria de poder dizer o mesmo. De verdade. Não estou te respondendo com o intuito de discutir (não quero mudar sua opinião), mas somente para endereçar a descaracterização do Joel (de novo, sendo objetivo)...

O argumento do Neil Druckmann infelizmente não faz sentido de acordo com a própria obra que ele criou. Afinal, a vida dele era normal/pacífica antes da pandemia e da morte da Sarah e a personalidade dele já havia sido estabelecida.

O Neil pode até dizer que era uma vida difícil (trabalhar e cuidar/sustentar uma filha sozinho, óbvio), mas é claro que nada seria comparável ao que ocorre após a morte dela. Porque logo no começo do jogo, durante o estouro da epidemia, a personalidade do Joel já fica evidente, uma vez que ele atira para matar o vizinho que estava supostamente "louco" (não se sabia nada sobre o fungo naquele momento) e não deixa o Tommy parar o carro para ajudar estranhos na rua (mesmo com os pedidos da Sarah para tal).

Essa É a personalidade padrão do Joel (cuidadosa, defensiva e até mesmo egoísta e violenta), estabelecida pela Naughty Dog. Com a morte da Sarah e os 20 anos passados, essa personalidade obviamente seria expandida (ou seja, ele se tornaria ainda mais cuidadoso, defensivo, egoísta e violento), o que de fato é o que a ND apresentou.

Mesmo no final do primeiro jogo, quando já vemos um Joel mais feliz e caridoso com a Ellie, e até mesmo pulando 4 anos em uma vida novamente quase-normal/quase-pacífica em uma comunidade, isso obviamente o faria diminuir essas características, porém, JAMAIS o faria reverter completamente sua personalidade base ao ponto de ela ser completamente ignorada como na cena da morte. Ele, no mínimo (sendo generoso e considerando que os 4 anos de tranquilidade teriam revertido os 20 anos de sofrimento), teria que agir da mesma forma que no começo do primeiro jogo.

Eu entendo que a história é do criador (no caso, o Neil) e não minha. Então, ele pode fazer o que bem quiser com ela, porém, se ele não for competente o suficiente, no fim, os personagens acabam destruídos. Foi isso o que infelizmente aconteceu nesse caso.
Entendo, mas estou até agora procurando qual a parte que Joel foi ingênuo como uma criança para que pareça tão descaracterizado assim. A situação foi: Joel e Tommy patrulhavam e encontraram uma moça sendo atacada por infectados. Eles ajudam e logo estão cercados. Na fuga, se encontram com a trupe da moça, que, no pensamento deles, se quisesse matá-los teria feito antes de chegar até ali. Então, para mim, junta o que falei sobre a nova vida de Joel com as circunstâncias. Tenho certeza que ainda mataria por quem ele gosta, exatamente como no primeiro.
 

JW_keepwalking

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Entendo, mas estou até agora procurando qual a parte que Joel foi ingênuo como uma criança para que pareça tão descaracterizado assim. A situação foi: Joel e Tommy patrulhavam e encontraram uma moça sendo atacada por infectados. Eles ajudam e logo estão cercados. Na fuga, se encontram com a trupe da moça, que, no pensamento deles, se quisesse matá-los teria feito antes de chegar até ali. Então, para mim, junta o que falei sobre a nova vida de Joel com as circunstâncias. Tenho certeza que ainda mataria por quem ele gosta, exatamente como no primeiro.

1) Tommy diz o nome dele e do Joel para a Abby sem motivo nenhum tão logo eles chegam na primeira casa, que logo é cercada;
2) Tanto o Joel quanto o Tommy deixam todas as armas deles em seus cavalos (ficando sem nada na cena da morte);
3) Tommy convida o grupo altamente armado desconhecido para ir em Jackson;
4) Joel não esboça nenhuma repreensão às atitudes amigáveis do Tommy (tanto na fala dos nomes quanto no convite para ir a Jackson);
5) Joel se posiciona no centro da sala, se deixando cercar por todo o grupo desconhecido e altamente armado;
6) Joel prefere fazer piada quando percebe que tem algo errado (após ele dizer o nome dele para todos); e
7) Tommy está de frente para a Abby e não faz nada ao ver ela pegando a shotgun e mirando no Joel (só depois do tiro que ele se mexe).

Tudo isso são pontos elencados em uma construção geral (tanto do Joel quanto do Tommy) que foge totalmente do que ambos haviam sido estabelecidos, cujas posturas são completamente descuidadas e ingênuas (como jamais visto antes, nem mesma antes da pandemia).

Ok, o Tommy até poderia agir de forma mais amigável (vamos considerar que ele nunca errou em confiar nas pessoas e que o Joel jamais o repreendeu por ser descuidado assim durante os 4 anos - de forma similar a como ele reage quando a Ellie fala o nome dela para o Henry no primeiro jogo), então posso diminuir a relevância dos pontos 1 e 3. Já os demais são ações que se espera de crianças ingênuas, não de sobreviventes de um apocalipse que, inclusive, passaram anos trabalhando do lado de grupos bandidos e assassinos.

"... no pensamento deles, se quisesse matá-los teria feito antes de chegar até ali". Isso, além de especulação, acaba não sendo factível de acordo com a forma que os personagens foram estabelecidos (de novo, talvez o Tommy se caso o Joel nunca o repreendeu em situações similares - que também nunca foram mostradas). Mesmo que o Neil diga isso agora, não anula a má escrita e construção da cena, que na minha opinião foi feita assim simplesmente para chocar e subverter expectativas.
 
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Galera, vocês viram o tópico no Adrenaline?? kkkkk

um usuário lá, comentou que o jogo é ótimo mas que o tal diretor lá colocou a agenda progressista e isso tirava a imersão do jogo...

a galera não conseguia entender isso hahahaha

coisa básica isso, o cara aguentou uns 10 caras tentando pegar ele e mesmo assim tirou eles pra nada kkkkkkkkkkkkkkk

ai o moderador entrou e mesmo assim também foi pego na malandragem pelo cara kkkkk sentiram o golpe rsrsrs
 

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Mas no RE eu não senti incomodo pois os cachorros viraram monstros, estão infectados. Os cães do TLOU são treinados para atacar, mais ainda são cães dóceis e tudo mais, isso me deixou muito incomodado.

E respondendo tb ao user Henrico D. Santo, eu não disse que o jogo é ruim pq vc tem que matar cães, mas sim que é ruim pq a história é ruim mesmo.

Essa questão dos cães é uma coisa pessoal que me incomodou, só citei por isso.
Bom, como eu não cheguei ainda nessa parte não posso dizer, eu queria mesmo era matar a Dilma, a acompanhante dela:icon-lol::icon-lol::icon-lol:.
 

bollao

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1) Tommy diz o nome dele e do Joel para a Abby sem motivo nenhum tão logo eles chegam na primeira casa, que logo é cercada;
2) Tanto o Joel quanto o Tommy deixam todas as armas deles em seus cavalos (ficando sem nada na cena da morte);
3) Tommy convida o grupo altamente armado desconhecido para ir em Jackson;
4) Joel não esboça nenhuma repreensão às atitudes amigáveis do Tommy (tanto na fala dos nomes quanto no convite para ir a Jackson);
5) Joel se posiciona no centro da sala, se deixando cercar por todo o grupo desconhecido e altamente armado;
6) Joel prefere fazer piada quando percebe que tem algo errado (após ele dizer o nome dele para todos); e
7) Tommy está de frente para a Abby e não faz nada ao ver ela pegando a shotgun e mirando no Joel (só depois do tiro que ele se mexe).

Tudo isso são pontos elencados em uma construção geral (tanto do Joel quanto do Tommy) que foge totalmente do que ambos haviam sido estabelecidos, cujas posturas são completamente descuidadas e ingênuas (como jamais visto antes, nem mesma antes da pandemia).

Ok, o Tommy até poderia agir de forma mais amigável (vamos considerar que ele nunca errou em confiar nas pessoas e que o Joel jamais o repreendeu por ser descuidado assim durante os 4 anos - de forma similar a como ele reage quando a Ellie fala o nome dela para o Henry no primeiro jogo), então posso diminuir a relevância dos pontos 1 e 3. Já os demais são ações que se espera de crianças ingênuas, não de sobreviventes de um apocalipse que, inclusive, passaram anos trabalhando do lado de grupos bandidos e assassinos.

"... no pensamento deles, se quisesse matá-los teria feito antes de chegar até ali". Isso, além de especulação, acaba não sendo factível de acordo com a forma que os personagens foram estabelecidos (de novo, talvez o Tommy se caso o Joel nunca o repreendeu em situações similares - que também nunca foram mostradas). Mesmo que o Neil diga isso agora, não anula a má escrita e construção da cena, que na minha opinião foi feita assim simplesmente para chocar e subverter expectativas.
Mas estamos com base em interpretações mesmo. Ou seja, se a moça não os trouxe qualquer ameaça antes, por qual razão traria logo depois? Eles ñ a encontraram armada, fazendo patrulha. A salvaram e depois os 3 colaboraram para sair daquela situação. Todo aquele cenário nem planejado foi. Só Owen e Abby sabiam de Jackson. Plano algum existia para atrair Joel. Simplesmente aconteceu para ambas as partes.
 

marcelomorgado

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joguei R$ 250 reais no lix3, estou vendendo o jogo em 3 grupos de venda de jogos usados no facebook, estou vendendo por R$ 195, quem quiser é só chamar.
 

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não curtiu?? eu gostei viu... o que não gostou mano??
E você acreditou? O cara criou um tópico que disse que gosta de tr@veco, que tr@veco é mulher, um cara que acha que xbox one é o melhor console e tr@veco é mulher não tem muita credibilidade, esse borrifa piroc@ com o rabo:icon-lol::icon-lol::icon-lol:.
 
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Mas estamos com base em interpretações mesmo. Ou seja, se a moça não os trouxe qualquer ameaça antes, por qual razão traria logo depois? Eles ñ a encontraram armada, fazendo patrulha. A salvaram e depois os 3 colaboraram para sair daquela situação. Todo aquele cenário nem planejado foi. Só Owen e Abby sabiam de Jackson. Plano algum existia para atrair Joel. Simplesmente aconteceu para ambas as partes.

Mas eu não estou criticando as conveniências e coincidências da história.

O primeiro jogo mesmo tinha um caso extremamente similar: Robert sacaneia o Joel e a Tess > Joel e Tess vão atrás do Robert > Roberto foge > Joel e Tess alcançam ele e o matam > Eles descobrem que o Robert entregou as armas para os Vagalumes > A líder dos Vagalumes aparece exatamente ali > Polícia aparece e forçam eles a fugirem juntos > Todos chegam no local da Marlene > Ela está machucada e não pode fazer o trabalho que quer fazer > Ela apresenta a Ellie para eles > Joel, Tess e Marlene fazem o acordo para transportar a Ellie em troca das armas.

E o jogo é uma obra-prima mesmo assim (para mim e grande parte dos gamers).

Toda a situação criada para gerar a morte do Joel também é cheia de conveniências assim e não me importo nada com isso. Até acho que o TLOU 2 exagera nesse sentido geral de coincidências (principalmente por personagens aparecendo do nada e personagens morrendo igualmente do nada), mas não tenho reclamações quanto a isso. Acho que aí já seria um cinismo exagerado da minha parte para caçar problemas sobre o jogo (até porque o primeiro jogo também tem essa mesma "facilitação").

O que eu critico é especificamente a forma como os personagens Joel e o Tommy foram trabalhados para fazer a cena ocorrer (conforme os pontos que eu elenquei na mensagem anterior), porque, considerando o que a própria Naughty Dog definiu no primeiro jogo (especialmente considerando a postura do Joel ANTES da epidemia e da morte da Sarah), ambos agiram de forma completamente deturpada, o que demonstra a péssima e preguiçosa escrita feita pelo Neil.
 
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